NINGUÉM SOLTA A MÃO DE NINGUÉM: A CIRANDA DA RESISTÊNCIA

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Resumo

O trabalho é parte de uma investigação iniciada no doutoramento pelo Programa de Pós-Graduação em Dança - PPGDança - na Universidade Federal da Bahia - UFBA - sob orientação da professora doutora Daniela Maria Amoroso e discute sobre a Ciranda pernambucana, especificamente as rodas puxadas pela cirandeira Lia de Itamaracá. A Ciranda é uma dança de roda muito popular na cultura brasileira, especialmente nas brincadeiras infantis, no entanto, no estado de Pernambuco ela assumiu um caráter particular por se apresentar como dança de roda de adultos. Tratamos aqui da necessidade de investimento para a Ciranda, uma vez que sua continuidade desde a década de 1960 tem sido prejudicada por falta de iniciativas governamentais locais e regionais. Dialogamos com referências tais como Cascudo (2001), Armindo Bião (1999), Otelo (2016) e experiências in loco, estabelecendo reflexões acerca da importância dessa expressão cultural e, paradoxalmente, do pouco reconhecimento que ela encontra em seu contexto.

Eixo Temático
  • Dança e(m) Cultura poéticas populares, tradicionais, folclóricas, étnicas e outros atravessamentos
Palavras-chave
Ciranda. Dança. Lia De Itamaracá. Resistência