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A pesquisa que subsidia este trabalho teve como objetivo cartografar o que pode a dança no currículo de uma escola que se abra para experimentações com dança. Partimos da hipótese de que seria possível cartografar um currículo-dançante, considerado um currículo-força que possibilita o aprender com a diferença. O recurso metodológico foi a cartografia, denominada dançarilhar. A pesquisa se deu em turmas do 8º ano e 9º ano do Ensino Fundamental. Com as turmas do 8º ano foi feita uma coreografia a pedido da supervisora para a Festa da Consciência Negra. Argumentamos que uma coreografia pode transbordar devires ao seguir uma linha estético-política, produzindo um aprender com a diferença. Concluímos que esse currículo é político e mostrou como um transbordar da diferença pode levar alegria aos territórios da educação escolar, instaurando outros modos de aprender.
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