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Com a intensificação da presença do corpo (projeto biopolítico) no ambiente televisual, pensar a Dança como área de conhecimento requer lidar com as permanentes transformações do mundo, considerando o corpo que dança como parte de um projeto neoliberal do corpo enquanto corpomídia (KATZ & GREINER, 2015, 2005) em tempos de uma comunicação constrangida (ARRAIS, 2015 PRADO, 2013) contaminada pelo discurso competente (CHAUÍ, 2014, 1981). Em 2018 e 2019, vivemos um momento permanente de mordaça na liberdade de expressão de docentes e educadores, inclusive no modus operandi do ambiente acadêmico. No mundo online-offline, precisamos debater ideias e não moralizar posicionamentos, de pensar dissensos e dialéticas como formas de fazer mover a dança como produção de saberes. A lógica punitiva é, assim, sintomática do jeito SYTYCD, um reality show meritocrático do corpo.
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