AUTONOMIA-COLABORATIVA E HIERARQUIA SITUACIONAL: PERSPECTIVAS PARA PROCESSOS COLABORATIVOS EM DANÇA

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Resumo

Neste artigo articulo questões surgidas na experiência artística de quinze anos criando em coletividade e desenvolvidas, simultaneamente, ao logo das pesquisas do meu mestrado e do doutorado. Apresento aqui duas pistas para quem deseja a criação e a manutenção de ambientes comuns que se constroem por meio de processos artísticos colaborativos: a autonomia-colaborativa e a hierarquia situacional. Para fundamentar estas ideias estabeleço diálogos com autores como Jacques Rancière (2009), Edgard Morin (2011), Luis Felipe Miguel (2017), Antonio Negri e Michel Hard (2014). Esses diálogos são ampliados e complexificados com as falas de artistas de cinco coletivos, grupos e núcleos da Dança e do Teatro que me concederam entrevistas ao longo da pesquisa de doutorado.

Eixo Temático
  • Corpo e Política: implicações em modos de aglutinação e criação em dança
Palavras-chave
Processos Colaborativos. Autonomia. Hierarquia. Dança