Dança, robôs, desigualdade: como refundar a sociedade do comum

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Resumo

: O convívio com robôs, drones, carros sem motoristas, eletrodomésticos que se auto-regulam, etc, começa a se expandir, e os prognósticos dizem que, em breve, o mundo será bem diferente deste no qual vivemos hoje. Evidentemente, a dança não fica indiferente a mudanças tão profundas. As relações entre tecnologia e corpo ganham outras configurações e, para compreendê-las, podemos recorrer aos conceitos de Geontopoder (POVINELLI, 2016) e também de Chtulesceno, que Haraway (2016) propõe para substituir o Antropoceno. Como relacionar tais entendimentos com a dança que se produz agora, no ambiente em rápida transformação no qual vivemos? O conceito de comum, proposto por Dardot e Laval (2017), pode ajudar para que tecnologia e leituras políticas sejam praticadas como complementares. Que papel a dança pode tomar para si nesta proposta?

Eixo Temático
  • Comitê Críticas, Políticas e Economias da Dança (NOVO COMITÊ)
Palavras-chave
dança e tecnologia. comum. geontopoder. chthulusceno