A forma como processo: espacialidade, participação e precariedade em caminhando (1963) de Lygia Clark

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Resumo

O artigo propõe a realização de uma ação. Consiste em um experimento formal de investigação acerca dos modos de produção e compartilhamento de conhecimento em artes. Neste afã, toma como ponto de partida o estudo de Caminhando (1963) de Lygia Clark. Uma das atitudes fundamentais no processo da artista consistiu no gesto de aproximação entre arte e vida, refutando a ideia de obra como objeto estático projetado para a contemplação. Nesse sentido, propõe-se Caminhando como um paradigma artístico para o pensamento em torno à indissociabilidade entre forma e conteúdo. O escrito articula os conceitos espacialidade, participação e precariedade com a proposição de Clark. A experiência deste artigo relacional só se completa na ação, não sendo restrita à 'leitura'. É necessário que o leitor/participador imprima e construa seu próprio Caminhando. O instrutivo para a impressão da banda de Moebius com o conteúdo encontra-se no link: https://bit.ly/2LM9Q4u

Eixo Temático
  • Comitê Dança em Configurações Estéticas
Palavras-chave
Caminhando
participação
precariedade
Espacialidade