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No campo da Dança, há uma cultura comum da dor e da omissão das lesões, assim como, também, é considerado normal ter lesões e continuar dançando apesar delas. Esse entendimento do fazer dança, ou esta pseudo- normalidade, tem conduzido à invisibilidade de importantes questões acerca da saúde do dançarino. Portanto, este artigo abre possibilidades de reflexão a respeito de qual é o entendimento do corpo que dança que nos leva a ter um comportamento de cultura da dor, gerando padrões e hábitos reincidentes. Identifica-se uma lacuna, assim como uma resistência entre o campo da dança e as pesquisas feitas nos últimos anos no estudo das lesões em dançarinos, com relação às necessidades que esta problemática revela e às ações realizadas por parte do mesmo.
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