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Contextos de formação continuada em dança, da infância até à vida adulta, nos interessam como campos de investigação, seja no ambiente formal e no informal, seja quem dança profissionalmente ou não. Propomos que zonas dos corpos e zonas dos espaços, na dança, interagem (SILVA, 2014) e se cocriam, participando da geração de espaços afetivos (McCORMACK, 2013). Na ação de interação emancipadora, o prefixo co traz um contundente aporte para entendermos relações que se afetam simultaneamente, mesmo que de modos assimétricos. Pensar dançacorpoespaço como coimplicados no que se move, ou seja, no movimento (LABAN, 1984), trata de buscar estabelecer uma ética situacional (GIELEN, 2014). A arte, no caso específico a dança, é parte do comportamento humano (DISSANAYKE, 2012) e por sua longa e contínua presença na evolução da espécie intentamos que ela contribua para uma formação da pessoa que tenha uma visão afetiva do futuro e um otimismo racional (RIDLEY, 2014).
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