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O presente trabalho objetiva refletir e problematizar as representações de corpo, gênero e sexualidade a partir da linguagem audiovisual do cinema e suas relações com a área da Educação. O caminho metodológico, de abordagem qualitativa, foi construído a partir da seleção e análise dos filmes "Billy Elliot" (Inglaterra, 2000) e "Madame Satã" (Brasil, 2002). A partir dos referenciais Pós-estruturalistas na Educação e dos Estudos de Gênero e Sexualidade foram selecionadas algumas cenas dos respectivos filmes e analisadas suas interfaces com as categorias gênero, sexualidade, raça/etnia e classe social. Destacamos o cinema como veiculador de representações hegemônicas e padronizadas ao invés de outras mais democráticas e plurais. Neste sentido, os filmes podem ser lidos e interpretados como textos que podem ser compreendidos como veiculadores de pedagogias culturais, sobretudo pedagogias da sexualidade (LOURO, 2000).
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