Este trabalho foi publicado pelo Galoá e tem um DOI depositado. Para citar este trabalho, use um dos padrões abaixo:
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Se você NUNCA registrou um DOI no seu Lattes, veja nosso tutorial!Neste trabalho apresenta-se a comparação de uma graxa na condição ideal (nova) e usada para as alterações após a mesma ser submetido as condições de trabalho. As análises das graxas, nova e usada, foram realizadas através da tecnologia SKF TKGT 1, que permite realizar três diferentes tipos de testes: Teste de Consistência; Teste de Sangria do Óleo (Propriedades de mudança no óleo que compõe a graxa) e Análise Microscópica de Contaminação. Os resultados do teste de consistência, segundo a NLGI, mostram que a graxa nova pode ser classificada como semifluido, enquanto a usada é classificada como médio duro. O teste de sangria do óleo mostrou que o sangramento da graxa usada aumentou em relação ao da graxa nova. Já o teste de contaminação indicou que apenas a graxa usada possuía contaminação. Através dos resultados percebe-se a importância e a viabilidade de uma análise de graxa no plano de manutenção preditiva de uma planta industrial. Assim é possível ter a noção geral do estado de conservação dos equipamentos e do próprio lubrificante e até mesmo criar um histórico de falhas confiável do equipamento.
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