EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: DO ENSINO AO SUS

Vol 2, 2022 - 161200
Relato de Pesquisa
Favoritar este trabalho
Como citar esse trabalho?
Resumo

O texto trata da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (EPS), reconhecendo, por pressuposto da EPS, a integração entre ensino, trabalhador, gestor e usuário da saúde.

Objetivos

Compreender a Educação Permanente em Saúde como vertente pedagógica de potência transformadora das práticas de saúde.

Metodologia

À luz de registros históricos documentais sobre o processo de implantação da política nacional de EPS no estado de Mato Grosso e da apreensão empírica de entrevistas semiestruturadas realizadas com informantes-chave de uma região de saúde, o estudo recupera os movimentos político-educativos e as conquistas advindas da interlocução entre ensino e serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), operada por sujeitos educadores, gestores e trabalhadores de saúde.

Resultados

As narrativas apreendidas desvelam a importância da interação entre a Escola Estadual de Saúde Pública e as Comissões de Integração Ensino-Serviço (CIES) e da descentralização da política de EPS, que na região do estudo propiciou a implementação de uma CIES municipal.

Conclusões/Considerações

A partir dessa autonomia, a EPS assumiu o papel de eixo direcionador de formação para as instituições de ensino superior regionais, fator que impulsionou a lógica da aprendizagem-trabalho alinhada a instituições formadoras públicas e privadas junto aos serviços do SUS.

Compartilhe suas ideias ou dúvidas com os autores!

Sabia que o maior estímulo no desenvolvimento científico e cultural é a curiosidade? Deixe seus questionamentos ou sugestões para o autor!

Faça login para interagir

Tem uma dúvida ou sugestão? Compartilhe seu feedback com os autores!

Eixo Temático
  • Eixo 11 - Educação e Formação em Saúde Coletiva