Palhaçada feminina e Dê Rota: neurodiversidade e construção de risos diversos

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Apresentação de Trabalho - Comunicação Oral (presencial) - Fase final - anais do evento
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Resumo

Propõem-se usar a palhaçada para elaborar o sofrimento a partir do riso. Uma forma de observar o real é o método TAT, que consiste em mostrar pranchas com desenhos para os pacientes e perguntá-los o que veem. Fanon, em sua pesquisa com mulheres muçulmanas, descobriu que elas não tinham comentários sobre as fichas. Todavia, ao mostrar para essas mulheres fichas em branco, elas criavam. Para que se construa um mundo imaginário partimos do real. A arte acessível abre brechas para um novo real. Na Argentina, existem a Redes Club de Circo, um projeto de ensino das artes circenses para pessoas com deficiência, presos e pacientes psiquiátricos. A figura da palhaça pode ser transgressora e, a partir da palhaçada, podemos identificar ridículos e criar mundos. Ao olhar o fracasso da palhaça observa-se não o seu fracasso, mas sim como são ridículas as estruturas de opressão que não incluem.

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Instituições
  • 1 Universidade Federal do Rio de Janeiro
Eixo Temático
  • GT Circo e Comicidade
Palavras-chave
palhaças
palhaçada
neurodiversidade
arte acessível
circo