DA POÉTICA COMO POLÍTICA

- 314723
Apresentação de Trabalho - Comunicação Oral (presencial) - Fase final - anais do evento
Favoritar este trabalho
Como citar esse trabalho?
Resumo

O presente trabalho pretende analisar alguns aspectos da obra da dramaturga, encenadora, atriz e performer Angélica Liddell sob a ótica de uma poética política. Partimos aqui da discussão sobre a capacidade de representação da obra teatral e seu aspecto de denúncia enquanto objeto artístico, não como um retrato do real, mas como obra que discute e se insere nesse real. Liddell recusa um uso normativo da arte como instrumento político, dizendo ser “asqueroso” tomar a palavra pelos outros. Na performance “Não sou bonita” (2004), Liddell encena um abuso sexual vivido na infância, transformando-o em um corpo contestatório do lugar da mulher para além das discussões políticas prototípicas do feminismo; em “Cachorro morto na tinturaria: Os fortes” (2007), partindo do Contrato Social de Rosseau e de Diderot, discute temas como a liberdade, a igualdade e a fraternidade.

Compartilhe suas ideias ou dúvidas com os autores!

Sabia que o maior estímulo no desenvolvimento científico e cultural é a curiosidade? Deixe seus questionamentos ou sugestões para o autor!

Faça login para interagir

Tem uma dúvida ou sugestão? Compartilhe seu feedback com os autores!

Instituições
  • 1 Universidade Federal de Uberlândia
Eixo Temático
  • GT Processos de Criação e Expressão Cênica
Palavras-chave
Angélica Liddell
teatro e política
Não sou bonita
Cachorro morto na tinturaria: os fortes
Poética e Política