ARTISTAS BRASILEIRAS E MOÇAMBICANAS vivências e práticas que nos afetam

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Apresentação de Trabalho - Comunicação Oral (presencial) - Fase final - anais do evento
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Resumo

Trata-se de um estudo que tensiona a academia e diferentes disciplinas artísticas a pensarem como é que o gênero, sexo, patriarcado, raça, idade, espiritualidade e o status social contribuem para marginalizar artistas no Brasil e em Moçambique. A partir da interseccionalidade como metodologia e ferramenta analítica, sublinhada pela ideia de “depoimento-escuta” (BASTOS & MACEDO, 2022),  compreendo que sons o meu corpo e o de outras artistas têm emitido para denunciar, guerrear e resistir contra a opressão social e política. Dessa forma, examino a representatividade dessas artistas, destacando suas contribuições para a arte contemporânea e observo como as opressões e práticas de resistência e resiliência são similares e nos aproximam. São histórias de superação que nos revelam como elas tem recuperado ou inventado novos léxicos, no seu fazer artístico, no maternar, no fazer-se viver e existir cotidiano, e com Oyèrónkẹ́ Oyěwùmí, Helena Bastos e Margareth Rago sinalizo como essas práticas nos afetam

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Instituições
  • 1 Universidade Eduardo Mondlane & Universidade de São Paulo
Eixo Temático
  • GT Mulheres em Cena
Palavras-chave
estudos de gênero
artistas
resistência
interseccionalidade
depoimento-escuta