Tecendo Comunidades Acadêmicas: Identidade e Pertencimento em Grupos de Pesquisa

Vol. 1, 2025 - 332352
Apresentação de Trabalho - Vídeo Poster demais participantes (participação remota) - Etapa 2
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Resumo

Esta comunicação apresenta uma reflexão sobre o pertencimento social no campo da Etnocenologia, entendendo os núcleos e grupos de pesquisa como aldeias intelectuais e afetivas que resistem ao esvaziamento físico e simbólico dos espaços da arte. Partindo da análise bibliográfica realizada na tese “Salve a Aldeia TabokaGrande” (UnB, 2024), investiga-se como a experiência de estar junto atua como força estruturante dos processos identitários, sustentando a vitalidade do campo. Dialoga com autores como Dunbar (1996), Maffesoli (2006), Armindo Bião (2009) e Ailton Krenak (2019) para discutir a convivência como prática fundante, revelando que a identidade não é um ponto fixo, mas um exercício contínuo de vínculo, cooperação e resistência criativa. Defende-se que os grupos de pesquisa, tal qual o de Etnocenologia, à semelhança das comunidades tradicionais, constituem espaços de pertencimento social capazes de renovar saberes, redes e afetos, assegurando a relevância e a continuidade do campo acadêmico e artístico. 

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Instituições
  • 1 IFTO -Campus Gurupi
Eixo Temático
  • GT Etnocenologia
Palavras-chave
Etnocenologia
Pertencimento social
Identidade
Comunidades acadêmicas
Grupos de pesquisa