Para citar este trabalho use um dos padrões abaixo:
Esta comunicação apresenta uma reflexão sobre o pertencimento social no campo da Etnocenologia, entendendo os núcleos e grupos de pesquisa como aldeias intelectuais e afetivas que resistem ao esvaziamento físico e simbólico dos espaços da arte. Partindo da análise bibliográfica realizada na tese “Salve a Aldeia TabokaGrande” (UnB, 2024), investiga-se como a experiência de estar junto atua como força estruturante dos processos identitários, sustentando a vitalidade do campo. Dialoga com autores como Dunbar (1996), Maffesoli (2006), Armindo Bião (2009) e Ailton Krenak (2019) para discutir a convivência como prática fundante, revelando que a identidade não é um ponto fixo, mas um exercício contínuo de vínculo, cooperação e resistência criativa. Defende-se que os grupos de pesquisa, tal qual o de Etnocenologia, à semelhança das comunidades tradicionais, constituem espaços de pertencimento social capazes de renovar saberes, redes e afetos, assegurando a relevância e a continuidade do campo acadêmico e artístico.
Com ~200 mil publicações revisadas por pesquisadores do mundo todo, o Galoá impulsiona cientistas na descoberta de pesquisas de ponta por meio de nossa plataforma indexada.
Confira nossos produtos e como podemos ajudá-lo a dar mais alcance para sua pesquisa:
Esse proceedings é identificado por um DOI , para usar em citações ou referências bibliográficas. Atenção: este não é um DOI para o jornal e, como tal, não pode ser usado em Lattes para identificar um trabalho específico.
Verifique o link "Como citar" na página do trabalho, para ver como citar corretamente o artigo