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Este ensaio é inspirado no Documento 3 (Nascimento, 2019) e em conceitos acerca de tradição, corpo e ancestralidade (Martins, 1997, 2002, 2021; Santos, 2014 e Paula, 2023) para um breve exercício sobre memória acerca da história de fazeres cênicos dos teatros negros brasileiros. Se utilizando de levantamentos e revisões bibliográficas - ainda em processo - pretende-se refletir sobre em que medida prosseguimos com o caminho construídos por nossas(os) mais velhas(os) no(s) teatro(s) negro(s), se há reconhecimento de seus trabalhos na constituição do estado atual da cena e de que modo se anunciam outros modus operandi do fazer nas artes cênicas, que estabeleça um jogo contra colonial (Dos Santos, 2023) com a tradição teatral ocidental.
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