IKUA KUI: A MEMÓRIA E O ABRAÇO ORIGINÁRIO COMO DOCUMENTO PARA ESCRITA TEATRAL

Vol. 1, 2025 - 330661
Apresentação de Trabalho - Comunicação Oral (presencial) - Etapa 2
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Resumo

Neste recorte, retomo, a partir da peça Afluentes Acreanas (2025) como relatos de memória guiaram toda a construção da peça e meu processo de retomada. Destaco o que tenho chamado de “abraço ancestral” que perpassa pela peça, o contato com as memórias compartilhadas e retomada. Kaxinawa (2002) e Borum Kren (2024) são fundamentais para a percepção da memória vinculada ao saber e a ancestralidade, detalha de forma completa e sensível o respeito aos corpos daqueles que, mesmo em épocas e de povos diferentes, estão conectados. Candau (2012) retoma a reflexão da memória como construtora da identidade, sendo necessária sua manutenção para garantia de existência no futuro, seja físico, social ou cultural. Chagas (2025) e Mayorga (2013) refletem como o teatro é uma arte da memória, apresentando o passado como necessário para o tempo presente. Através destes autores, é refletida a memória como documento para criação teatral.

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Instituições
  • 1 Universidade Federal do Pará
Eixo Temático
  • GT Nukũ Beya xarabu: Arte e Povos Originários
Palavras-chave
Afluentes acreanas
ancestralidade
dramaturgia
memória