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O presente artigo analisa experiências e a aplicação do Sistema Impro na educação formal brasileira e como essa metodologia, criada por Keith Johnstone (1990), articula-se em diferentes níveis de ensino. A investigação abrange desde os Anos Iniciais e Finais do Ensino Fundamental, com as pesquisas de Maia (2019) e de Clerot (2011), até a Educação de Jovens e Adultos (EJA) em Catelan (2018), o Ensino Médio em Horta (2010) e a formação universitária em Horta (2014). Através de uma abordagem qualitativa, discute-se como o Sistema Impro fomenta o desenvolvimento de competências como a escuta, a aceitação do erro, a generosidade e a espontaneidade. Os resultados reiteram a relevância da Impro como recurso pedagógico transformador, atuando como catalisador para uma educação mais humana, criativa e inclusiva.
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