“Eu sou má, muito má, um monstro” - Performatividades desobedientes e guerras culturais na escola

Vol. 1, 2025 - 331309
Apresentação de Trabalho - Comunicação Oral (presencial) - Etapa 2
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Resumo

A partir de encontros que vivenciei como professora em um trabalho com estudantes de Ensino Médio, em 2024, no sul do Espírito Santo, desejo ensaiar uma aproximação entre performance e educação a partir de epistemologias dissidentes. No evento produzido junto de estudantes da terceira série houve duas performances de Drag Queens, que renderam acusações de “doutrinação” e “ideologia de gênero” por parte de uma ex-candidata a vereadora. Assim, analiso elementos da construção do evento e reações por ele causada no setor mais conservador que dão indícios para pensarmos juntas sobre imaginação política movida por essas performatividades desobedientes na escola. Não tenho a pretensão de fechar conclusões, contudo, a partir de autorias trans como Dodi Leal, Paul Preciado e Jota Mombaça, deixa-se ver a possibilidade de construção de imaginações políticas a partir da poética de performances que lidem com a interrupção das lógicas em vigor para produzir mundos outros.

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Instituições
  • 1 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo
Eixo Temático
  • GT Estudos em Performance e Diversidade
Palavras-chave
Performatividade desobediente
Interrupção
Imaginação Política