Para citar este trabalho use um dos padrões abaixo:
Partindo da noção de trauma como ferida, rasgo que atravessa corpos, memórias e subjetividades, este artigo investiga como marcas, fraturas e violências operam como motores de criação nas artes da cena. Situado na intersecção entre performance e performatividade de gênero, o texto analisa a Trilogia do Luto, de Eliana Monteiro, e outrasRosas, de Soraya Martins e Anderson Feliciano, buscando compreender como experiências de lesbofobia, luto e racismo estrutural engendram procedimentos estéticos capazes de fabular linguagens para aquilo que resiste à nomeação. São poéticas que ativam gestos, ritualidades e visualidades capazes de tensionar regimes de apagamento e produzir modos de (re)xistência e (re)escritura de si, em fricção com processos históricos hegemônicos.
Com ~200 mil publicações revisadas por pesquisadores do mundo todo, o Galoá impulsiona cientistas na descoberta de pesquisas de ponta por meio de nossa plataforma indexada.
Confira nossos produtos e como podemos ajudá-lo a dar mais alcance para sua pesquisa:
Esse proceedings é identificado por um DOI , para usar em citações ou referências bibliográficas. Atenção: este não é um DOI para o jornal e, como tal, não pode ser usado em Lattes para identificar um trabalho específico.
Verifique o link "Como citar" na página do trabalho, para ver como citar corretamente o artigo