Chutando o cachorro morto da singularidade

Vol. 1, 2025 - 330621
Apresentação de Trabalho - Comunicação Oral (presencial) - Etapa 2
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Resumo

O presente artigo problematiza a legitimação de obras cênicas contemporâneas a partir da crítica e do engajamento, sobretudo em vista de que podem precisamente estar neutralizando insurgências. As questões apontadas aparecem em diversas escalas das produções, das poéticas aos desdobramentos da política cultural. Será em interlocuções com Félix Guattari e Bernard E. Harcourt que algum pensamento ocorrerá, sobre a complexificação da burocracia e a escassez de recursos, e sobre o desejo de abranger a totalidade das demandas atuais. Além de elaborações teóricas, uma articulação do espetáculo “Nada nos acontece” se faz necessária para apontar algum deslocamento de perspectiva, para que, talvez, o desejo de uma abrangência molecular seja confrontada com a contrainsurgência internalizada. A morte da própria singularidade pode tornar-se possibilidade poética.

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Instituições
  • 1 UFOP - Universidade Federal de Ouro Preto
Eixo Temático
  • GT Processos de Criação e Expressão Cênica
Palavras-chave
singularidade
singularização
contrainsurgência
Guattari