Para citar este trabalho use um dos padrões abaixo:
Estes escritos se apresentam como um ensaio corporal em que ciência, dança e feitiçaria se articulam como formas indissociáveis de conhecimento. Em vez de oferecer respostas fechadas, instauram um campo de leitura implicada, no qual compreender é também ser afetado por outras ordens. Tomando as chamadas “ervas daninhas” como aliadas conceituais, a pesquisa interroga os regimes humanos de nomeação, domínio e exclusão da vida vegetal. Argumenta-se que “erva daninha” não é um dado natural, mas um efeito político da linguagem, um feitiço performativo que fixa corpos vegetais como excesso ou ameaça. A metodologia se constrói como cartografia sensível, aprendendo com as plantas e revolvendo saberes técnicos como húmus para outros modos de perceber e mover o corpo. Desse processo emerge uma ética da dança como prática insurgente, adaptativa e reiterativa, que brota nas brechas do controle e afirma o corpo em transformação contínua.
Com ~200 mil publicações revisadas por pesquisadores do mundo todo, o Galoá impulsiona cientistas na descoberta de pesquisas de ponta por meio de nossa plataforma indexada.
Confira nossos produtos e como podemos ajudá-lo a dar mais alcance para sua pesquisa:
Esse proceedings é identificado por um DOI , para usar em citações ou referências bibliográficas. Atenção: este não é um DOI para o jornal e, como tal, não pode ser usado em Lattes para identificar um trabalho específico.
Verifique o link "Como citar" na página do trabalho, para ver como citar corretamente o artigo