À BEIRA DO ABISMO: luz, movimento e intermidialidade

Vol. 1, 2025 - 330742
Apresentação de Trabalho - Comunicação Oral (presencial) - Etapa 2
Favoritar este trabalho
Como citar esse trabalho?
Resumo

Este artigo analisa o espetáculo Abismo, encenado em 2022 no Museu da Escola de Minas (UFOP), explorando a convergência entre iluminação, movimento e o caráter intermidiático da encenação. A obra estrutura-se em dois eixos, real e onírico, fundamentando-se no conto de Murilo Rubião e na estética de Loïe Fuller para criar uma visualidade que transita da burocracia à fantasia. O texto problematiza a classificação da montagem, propondo o uso do termo "espetáculo intermídia" em vez de multimídia, baseado na indissociabilidade entre os recursos tecnológicos e a narrativa cênica. Destacam-se o uso de sensores de movimento (Kinect) para projeções interativas e a técnica de projeção mapeada, que conferem um caráter metalinguístico à cena. Por fim, a pesquisa ressalta o conceito de luz ativa, onde a iluminação atua como força dramatúrgica vital, integrando-se organicamente aos demais elementos para construir uma experiência sensorial profunda no espaço não convencional do museu.

Compartilhe suas ideias ou dúvidas com os autores!

Sabia que o maior estímulo no desenvolvimento científico e cultural é a curiosidade? Deixe seus questionamentos ou sugestões para o autor!

Faça login para interagir

Tem uma dúvida ou sugestão? Compartilhe seu feedback com os autores!

Instituições
  • 1 UFMG/SENAC SP
Eixo Temático
  • GT Poéticas espaciais, visuais e sonoras
Palavras-chave
Abismo
intermidialidade
visualidade cenica
loïe fuller
processo criativo