SERPENTEANDO MEMÓRIAS: As Danças das Invenções de Visualidade de Loïe Fuller

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Apresentação de Trabalho - Comunicação Oral (presencial) - Fase final - anais do evento
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Resumo

Este artigo propõe uma revisão histórica da criação dos elementos visuais da Dança Serpentina (1892), explorando aspectos além dos descritos pela própria Loïe Fuller (2020). A obra teve origem em um vestido de seda indiana presenteado a Fuller, que serviu como inspiração inicial. Ao observar como a luz interagia com o tecido, Fuller desenvolveu uma coreografia baseada em movimentos fluidos e etéreos, iluminados por cores distintas, transformando sua dança em um espetáculo visual único. No entanto, estudos de Garelick (2007) e Current & Current (1997) apontam influências adicionais, como as skirt dances britânicas e sua participação na montagem de Aladdin’s Wonderful Lamp (1887). Interpretações de jornais da época e patente da dança nos ajudam também a entender como se deu a construção dos elementos da visualidade da obra. A apresentação busca integrar esses novos dados à análise técnica da criação de Fuller, ampliando a compreensão de sua inovadora visualidade cênica.

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Instituições
  • 1 UFMG/SENAC SP
Eixo Temático
  • GT Poéticas espaciais, visuais e sonoras
Palavras-chave
Loie Fuller
Visualidade Cênica
Trajes de cena
Iluminação cênica