Laboratório aberto do Processo BPI: poéticas e práticas na extensão em Dança

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Apresentação de Trabalho - Apresentação Prática (performativa, demonstração, etc.) (presencial) - Fase final - anais do evento
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Resumo

A diversidade cultural afro-diaspórica, indígena e popular inspira processos cênicos, dentro e fora dos contextos universitários. Tal situação abre discussões sobre apropriação cultual trazendo urgência no reconhecimento destes saberes e fazeres como fundamentais na produção de conhecimento. Nesta direção que tenho praticado a extensão universitária, desarticulando o ideário que centraliza o conhecimento como posse da universidade, busco me aproximar de intelectuais “amefricanos” para combater o epistemicídio. Assim, iniciamos a realização de Mostras Artísticas em espaços com significativa representação sociocultural no coração do Rio Grande do Sul (Egbé Òsún e Clube Recreativo Harmonia). Nestas Mostras, vinculadas à extensão, além de apresentações ao vivo e em vídeos, performo um processo em elaboração continua desde 2016. Ali entrecruzo os “laboratórios abertos” à “desmontagem cênica”, a personagem se relaciona com o público presente estabelecendo uma encruzilhada de sentidos, e passamos a contar uma nova versão da história original que danço “faz tempo”.

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Instituições
  • 1 Universidade Federal de Santa Maria
Eixo Temático
  • Grupo de Pesquisadores em Dança
Palavras-chave
Método BPI
Laboratório Aberto
Desmontagem
Dançar no terreiro
Extensão em Dança