Afluentes Acreanas: uma peça histórica contra o esquecimento da memória.

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Apresentação de Trabalho - Comunicação Oral (presencial) - Fase final - anais do evento
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Resumo

A partir do estudo dramatúrgico da peça Afluentes Acreanas (2023), de Jaqueline Chagas, investigamos como a historiografia do povo acreano e as memórias que permeiam a oralidade local, reavivadas pela identidade indígena Huni Kuĩ̃ da autora, podem ser visibilizadas e potencializadas pelo teatro. Busca-se entender como a peça histórica pode contribuir com a reconstrução da cultura e identidade local, valorizando a oralidade que parte da memória e da narrativa das pessoas pouco reconhecidas na história escrita pelo colonizador. A pesquisa é autoetnográfica e como referenciais teóricos principais se utiliza de El dramaturgo como historiador, de Juan Mayorga (2013); Nukũ Beyá Xarabu: A Arte na Recriação, Reconstrução e Fortalecimento da Identidade Huni Kuĩ̃ da Terra Indígena Kaxinawá de Nova Olinda, de Rasu Inu Bake Huni Kuĩ̃ (2023); O Perigo de uma história única, de Chimamanda Ngozi (2009) e Memória e sociedade: Lembrança de velhos, de Eclea Bosi (1979).

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Instituições
  • 1 Universidade Federal do Pará
  • 2 UFOP
Eixo Temático
  • GT Nukũ Beya xarabu: Arte e Povos Originários
Palavras-chave
Acre
História
Huni Kuĩ̃
Memória
Oralidade