CLASSIFICAÇÃO DA FUNÇÃO MOTORA GROSSA E FINA E DA COMUNICAÇÃO DE CRIANÇAS COM A SÍNDROME CONGÊNITA DO VÍRUS ZIKA

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Detalhes
  • Tipo de apresentação: Tema Livre
  • Eixo temático: Síndromes neurológicas
  • Palavras chaves: Microcefalia; Síndrome Congênita do Vírus Zika; comunicacao;
  • 1 INSTITUTO DE ENSINO E PESQUISA ALBERTO SANTOS DUMONT
  • 2 Instituto Santos Dumont

CLASSIFICAÇÃO DA FUNÇÃO MOTORA GROSSA E FINA E DA COMUNICAÇÃO DE CRIANÇAS COM A SÍNDROME CONGÊNITA DO VÍRUS ZIKA

Mirelly Danglês de Oliveira Ferreira

INSTITUTO DE ENSINO E PESQUISA ALBERTO SANTOS DUMONT

Resumo

Introdução: Às crianças com microcefalia por Síndrome Congênita do Vírus Zika (SCVZ) necessitam de acompanhamento multiprofissional e o uso de ferramentas que facilitem a comunicação entre profissionais se fazem necessárias, a fim de traçar as intervenções e o prognóstico destas crianças. Objetivo: Classificar a função motora grossa, fina e a comunicação de crianças com SCVZ. Métodos: Trata-se de um estudo transversal realizado no Instituto Santos Dumont (ISD) em Macaíba-RN, Brasil. Aprovado pelo comitê de ética em pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Norte com CAAE: 09898618500005537. Participaram do estudo seis crianças com SCVZ entre 4 e 5 anos de idade em acompanhamento no serviço que aceitaram participar da pesquisa. Para a classificação das crianças foram utilizados o Sistema de Classificação de Função Motora Grossa (GMFCS), o Sistema de Classificação da Função de Comunicação (CFCS) e o Sistema de Classificação da Habilidade Manual (MACS). Resultados: A partir da avaliação, foram observados que 83,33% da amostra apresentaram nível V e 16,67% nível IV de resposta no GMFCS, no CFCS 83,33% se enquadra no nível V e 16,67% no nível IV e no MACS 83,33% apresenta nível V e 16,67% nível III. Discussão: No presente estudo foi possível observar que as classificações utilizadas parecem associar-se: o baixo nível de capacidade motora está presente nas crianças com uma menor capacidade na comunicação e na motricidade fina. Dessa forma, o grau de incapacidade desta deficiência física apresenta-se de maneira global, o que indica a necessidade do acompanhamento multiprofissional e do olhar ampliado dos terapeutas, tentando estabelecer metas em comum e objetivando a qualidade de vida destas crianças. Conclusão: O uso do GMFCS, CFCS e MACS pode favorecer a linguagem utilizada entre os terapeutas e tendem a estar associadas quanto ao grau de capacidade destas crianças com SCVZ.

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