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Este estudo de caráter histórico e etnográfico, pondera as complexas vivências e identidades das crianças na Amazônia paraense, discute possíveis conexões entre território e ancestralidade. Baseamo-nos em autores como Fernandes (1949), Salles (1971) e Pinto (2010), complementando com a pesquisa de campo para compreender como as infâncias são construídas a partir dos saberes, tradições e heranças de grupos étnicos, como os ribeirinhos, quilombolas e indígenas. Foram úteis a observação e a anotação das relações das crianças com a mata, os rios e os costumes locais, tratando-as como agentes sociais ativos. Conclui-se que as infâncias amazônidas são reflexos de um processo histórico de resistência e resiliência, onde seus processos identitários se manifestam nas narrativas orais, nos saberes e no modo de brincar.
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