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O nome De Bubuia Amazônica nasce da evocação da palavra bubuia, que traduz a premissa do “ir devagar”, como ética social adotada. A esse gesto de deslizar com o tempo e pelo rio acrescenta-se a palavra Amazônica, que assinala o contexto-território principal das ações e das aprendizagens do grupo. Vincula-se, ainda, ao enredo de uma obra de Dalcídio Jurandir (1978), em sua ênfase sobre os corpos humanos seguirem o fluxo do rio, projetando-os para além da liquidez contemporânea, e ao mesmo tempo, revela uma outra face: a da Amazônia desigual, tensionada e salientada pelo autor, que nos convoca a refletir criticamente sobre os contrastes da região. Assim, De Bubuia Amazônica se afirma como escolha simbólica e política – um convite para pensar a Amazônia em sua complexidade, mergulhando em sua diversidade e enfrentando suas desigualdades, enquanto corpos, saberes e experiências, que fluem no ritmo próprio das águas.
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