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Resumo

Objetivo: Correlacionar o Índice de Massa Corporal (IMC) com outras variáveis antropométricas em obesos. Método: 175 obesos (44,3 ± 12,8 anos; 164,8 ± 9,5 cm; 93,1 ± 9,5 kg; 34,2 ± 10,3 kg/m²), sendo 117 mulheres (44,2 ± 12,4 anos; 160,7 ± 7,2 cm; 92,0 ± 29,7 kg; 35,5 ± 10,8 kg/m²) e 58 homens (44,4 ± 13,6 anos; 173,2 ± 7,8 cm; 95,4 ± 29,0 kg; 31,6 ± 8,7 kg/m²) participaram do estudo. Os indivíduos realizaram a avaliação da composição corporal por meio da bioimpedância de um smartwatch Samsung® Galaxy 4. Para a análise dos dados foi aplicado o teste de correlação de Spearman. Para tentar prever o valor de IMC, foi realizada a regressão linear múltipla, sendo selecionadas “gordura corporal” e “massa magra” como variáveis independentes. As análises foram realizadas no software SPSS, versão 25,0. Adotou-se p ≤ 0.05. Resultados: Percebeu-se fortes correlações entre o IMC e: a) massa corporal (ρ = 0,921**), b) gordura corporal (ρ = 0,927**) e c) percentual de gordura (ρ = 0,784**), tanto no geral quanto para homens [a) 0,936**, b) 0,908**, c) 0,806**] e mulheres [a) 0,956**, b) 0,936**, c) 0,911**], além do IMC com massa magra (homens = 0,808**; mulheres = 0,805**). A variável que melhor prevê o IMC foi a gordura corporal, tanto no geral (β = 0,857; t = 36,652; p < 0,001) quanto para homens (β = 0,743; t = 13,882; p < 0,001) e mulheres (β = 0,782; t = 25,350; p < 0,001). Conclusão: A gordura corporal foi o melhor preditor do IMC para o público.

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Instituições
  • 1 FEF (Faculdade de Educação Física) / Universidade Estadual de Campinas
  • 2 FEF/UNICAMP
Eixo Temático
  • Ciência e Tecnologia no Esporte
Palavras-chave
Composição Corporal; obesidade; Dispositivo Vestível