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Objetivo: Avaliar e comparar o pico de torque e força explosiva de atletas de rugby em cadeira de rodas. Método: Foi realizado um estudo piloto em que o pico de torque foi avaliado por meio de um dinamômetro isocinético (Biodex System Pro 4) seguindo o protocolo de velocidade à 180° nos movimentos de abdução e adução, flexão e extensão de ombro direito e esquerdo. Para avaliação de força explosiva de membros superiores foi utilizado o teste de arremesso de medicineball com uma bola de medicineball de 2 Kg. A análise descritiva através de média e desvio padrão foi utilizada para caracterizar a amostra e testes de correlação de Pearson para correlacionar as variáveis. Resultados: Participaram desse estudo piloto 4 atletas de rugby em cadeira de rodas com média de idade de 35 anos (dp ± 8,04 anos) e média de peso de 67,61 Kg (dp ± 16,74). Na avaliação de força explosiva os atletas tiveram um desempenho médio de 209,58 cm (dp ± 121,31). Para o pico de torque do braço direito as médias foram de 60,85 N-M (dp ± 6,11) para abdução, 69,32 N-M (dp ± 16,23) para adução, 57,62 N-M (dp ± 9,70) para flexão e 57,92 N-M (dp ± 14,24) para extensão. As médias dos picos de torque do braço esquerdo foram de 62,72 N-M (dp ± 11,14) para abdução, 66,97 N-M (dp ± 11,31) para adução, 58,82 N-M (dp ± 4,11) para flexão e 58,32 N-M (dp ± 9,24) para extensão. Quando correlacionadas essas variáveis, não foram encontradas correlações significativas. Conclusão: Atletas com tetraplegia muitas vezes possuem fraqueza de tríceps, assim métodos tradicionais de avaliação nem sempre são a melhor opção de avaliação. Com base nos resultados encontrados aqui, o teste de arremesso de medicineball não é o mais adequado para ser utilizado com esses atletas.
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