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Objetivo: Investigar o impacto da frequência do treino de força no volume de carga (VC) e seus efeitos na força e hipertrofia muscular de membros inferiores. Método: 18 homens treinados (força relativa no agachamento = 1,8 ± 0,3 kg) foram divididos em grupos de alta (AF) e baixa frequência (BF). AF treinou três vezes e BF uma vez por semana, durante seis semanas. A sequência incluiu agachamento, leg press 45º e cadeira extensora unilateral, alternando pernas. Ambos os grupos realizaram três séries semanais para cada exercício, com 80% da força dinâmica máxima (1RM), até falha concêntrica e 90 segundos de intervalo. BF fez todas as séries em uma sessão, enquanto AF as dividiu em três sessões semanais. O VC foi obtido multiplicando repetições por peso (kg) e somado ao longo da intervenção. Nos momentos pré e pós-intervenção, foram realizados testes de 1RM para todos os exercícios e ultrassonografias para mensurar a espessura muscular (EM) dos músculos vasto lateral e coxa anterior, que incluiu reto femoral e o vasto intermédio. Resultados: O teste t independente indicou que AF obteve aumentos significativos no VC em todos os exercícios (p < 0,001). Além disso, houve diferenças percentuais (Δ% >115) e tamanhos de efeito (d de Cohen > 1.5) expressivos. ANCOVA revelou alterações no 1RM no agachamento para AF (p = 0,041; η² parcial = 0,249), com tendência a significância também para AF no leg press 45° (p = 0,069; η² parcial = 0,204). Não foram observadas diferenças significativas entre os grupos nos testes de 1RM na cadeira extensora para ambas as pernas, nem nas medidas de EM dos músculos vasto lateral e coxa anterior (p > 0,05). Conclusão: AF resultou em aumentos no VC, contribuindo para ganhos de força, especialmente nos exercícios iniciais da sessão de treino, sem efeitos significativos na hipertrofia muscular.
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