FADIGA POR COMPAIXÃO DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE QUE ATUAM NA EMERGÊNCIA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNICAMP NO CONTEXTO DE PANDEMIA DA COVID-19

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Detalhes
  • Tipo de apresentação: Trabalho
  • Eixo temático: BIOLÓGICAS
  • Palavras chaves: COVID-19; Fadiga por Compaixão; Bioética;
  • 1 UNICAMP
  • 2 Unicamp

FADIGA POR COMPAIXÃO DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE QUE ATUAM NA EMERGÊNCIA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNICAMP NO CONTEXTO DE PANDEMIA DA COVID-19

ANA FLAVIA SANTOS PEREIRA

UNICAMP

Resumo

Em dezembro de 2019 foi o início da pandemia da COVID-19, doença provocada pelo SARS-COV-2 de alta transmissibilidade e grande potencial de provocar mortalidade. Nesse contexto os profissionais de saúde foram muito expostos aos processos de doença, dor e morte, o que provocou impacto no adoecimento psíquico e somatização desses profissionais. Foi realizada uma revisão sistemática com análise de 12 artigo a fim de avaliar o impacto da pandemia da covid 19 na saúde mental dor profissionais da linha de frente. Como resultado encontrou-se grande impacto e aumento dos níveis de stress pós traumático, burnout e fadiga por compaixão, além disso foram identificados os fatores protetores e fatores de risco para essas condições. Nesse sentido, há necessidade de investir em políticas públicas e institucionais voltadas para a promoção da saúde mental dos trabalhadores.

Apoio/Financiamento da Pesquisa: PIBIC/CNPq - AF

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ANA FLAVIA SANTOS PEREIRA

Obrigada pela pergunta, Camila!

Nos artigos escolhidos para compor a revisão sistemática a idade sempre esteve presenta como dado demográfico, mas fui um dado subutilizado, muitas vezes sem uma análise específica com relação a ele. No entanto, os trabalhos que trouxeram esse recorte apontaram para o tempo de experiência profissional e idade dos profissionais como fatores protetores para o desenvolvimento de fadiga por compaixão e questões associadas ao adoecimento psicológico.

Estou à disposição para outros esclarecimentos.

Autor

ANA FLAVIA SANTOS PEREIRA

Obrigada pelas considerações, Kris!

A metodologia inicialmente pensada para a pesquisa era por meio de entrevistas semiestruturadas, grupos de discussão e avaliação do questionário PROQUALI V com os profissionais de saúde da linha de frente, no entanto o início da coleta de dados estava agendada para os meses em que sofremos com a segundo pico da pandemia no Brasil, como o HC-UNCAMP era referência para os casos de COVID, infelizmente, foi preciso repensar a metodologia para algo mais adequado e factível para o momento. Foi uma escolha difícil e pensada com cautela por mim e minha orientadora, mas não tenho dúvidas que se realizada com essas metodologias seria um projeto mais completo.

Sobre a publicação, já estamos trabalhando para enviar o artigo!

Espero ter esclarecido o comentário e sigo à disposição.

Autor

ANA FLAVIA SANTOS PEREIRA

Obrigada pelo comentário, Marcela!

As medidas a curto prazo envolveriam, por exemplo, maior quantidade de profissionais na equipe de cuidado, para que os pacientes fossem melhor divididos e tivessem seus cuidados atendidos da melhor forma. Além disso, outro ponto a ser abordado é a necessidade de criar espaços/grupos de cuidado com o cuidador, que pudessem acolher as demandar de saúde mental desses profissionais. 

Espero ter respondido sua dúvida!