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Acompanhe as principais atualizações e discussões sobre os trabalhos publicados em PIBIC 2021!

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Aline Craveiro respondeu o tópico "Diálogo com o trabalho"

Publicação: DO MEIO AMBIENTE AO AMBIENTE ESCOLAR: COMO EXPANDIR O DEBATE? [2]

Oi, Laura. bom dia.

Sou estudante de doutorado em ciências sociais na Unicamp e li seu trabalho, o qual achei excelente. As questões que você trata são muito atuais e me alegra ver estudantes do ensino médio com um olhar tão crítico e contribuindo com a construção do conhecimento.

No seu trabalho aparece o conceito de "sociedade equilibrada" (no fim da pág. 1). Compreendi ele como uma síntese final à proposta de aprofundar a educação ambiental na sociedade, iniciando pelo espaço escolar. Você poderia esclarecer um pouco mais qual é seu entendimento sobre o conceito? E como inserir ele dentro de contexto com sujeitos tão diversos, como o espaço escolar? 

Parabéns pela excelente contribuição. Abraços.

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Guilherme antunes e outra pessoa responderam o tópico "Publicação"

Publicação: Poder, epistemicídio e aquilombamento: como a articulação desses conceitos foi utilizada pelo NCN da Unicamp na construção da sua agenda política nos anos de 2019, 2020 e 2021.

Olá, começo com um elogio ao tema escolhido, sobretudo pela pertinência ao tamanho de uma iniciação científica. AEstou convencido que a  escolha por aprofundar a análise sobre como as  categorias de epistemicídio e aquilombamento aparecem em campo, durante os três anos, são adequadas.  inda que a pesquisa tenha sofrido modificações pelo contexto da pandemia, é notável que se trata de um tema que pode acompanhar o autor em sua agenda futura.

Além do mais, o texto está muito bem redigido e a bibliografia não é decorativa, pelo contrário, o autor debate as ideias mesmo num paper tão curto. 

Eu gostaria de saber como o autor compreende o impacto das ações afirmações na universidade, não apenas do ponto de vista quantitativo (mais pessoas negras na instituição), mas das mudanças no perfil dos estudantes negros ingressam. Além da pesquisa bibliográfica, procurou-se os dados e o perfil sócio-econômico?  Como os repertórios pré-entrada na universidade dos sujeitos que fazem parte das recentes configurações do NCN modificaram a atuação do grupo? A mesma pergunta também cabe a como a Unicamp se relaciona com os estudantes negros e suas iniciativas, uma vez que vemos transformações profundas desde a aprovação das cotas.  

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5 pessoas gostaram do tópico "Comentário de um dos avaliadores"

Publicação: O universo dos castells como reflexo do nacionalismo na Catalunha: antes e após o Referendo de 2017

Olá Lais, bom dia. Sou estudante da pós-graduação do IG-UNICAMP, e um dos avaliadores do seu trabalho.

 

Gostei muito da sua apresentação e do seu trabalho, parabéns pela sua dedicação, clareza e densidade da sua apresentação.

 

Tive uma dúvida e curiosidade, que sei que foge  ao intervalo de tempo que você focou, mas que talvez pudesse colaborar com questões para você seguir trabalhando com esse tema. Como você discutiu a questão do desejo de independência da Catalunha é muito antiga,  e  a relação dessas expressões culturais regionais com os movimentos nacionalistas foi uma questão tão séria que influenciou na política nacional para a cultura em vários momentos. Sei que houve no período do general Franco um forte sufocamento dos movimentos de independência da Catalunha, e que também no período dele havia uma política cultural que buscava criar uma identidade nacional espanhola, que escolhia alguns elementos de culturas regionais e procurava promove-los para fortalece-los como parte de uma identidade cultural nacional e as incentivava, enquanto outras dessas manifestações eram inibidas, e vistas como "não espanholas". Algumas pessoas, porém, defendem que essas escolhas entre as manifestações culturais regionais que seriam promovidas como símbolos e identidades da nacionalidade espanhola e as que não eram mostravam-se difíceis de serem compreendidas em razão da ideologia do governo franquista, pois mesmo alguns elementos vindos da cultura moura e cigana foram selecionados para serem exaltados como parte da identidade nacional. Nisso fiquei me perguntando, qual foi a política desse período anterior (franquista) para os castells, que você explica serem originalmente uma manifestação ligada ao catolicismo? Ele teve no passado também uma relação com as manifestações anteriores dos movimentos de independência da Catalunha? A ligação deles com o catolicismo contribuiu para serem eventualmente permitidos ou incentivados nesse período de um governo que buscava aproximar estado e igreja católica, ou já ali se alinhavam de alguma maneira com o movimento de independência da Catalunha, e por consequência eram mal vistos pelas autoridades centrais da época?

 

Espero que você continue trabalhando com pesquisa, com certeza tem muito para contribuir.

 

obs - tomei a liberdade de ir fazendo alguns comentários no seu trabalho escrito, com sugestões e questões, mas não consigo enviar pela plataforma. Teria um e-mail por onde poderia te enviar o arquivo?

 

 

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3 pessoas gostaram do tópico "Sobre o espaço cultural catalão "

Publicação: O universo dos castells como reflexo do nacionalismo na Catalunha: antes e após o Referendo de 2017

Laís parabéns pelo trabalho, achei interessantíssimo teu debate.  Confesso que toca fenômeno cultural que eu realmente não fazia ideia que existia, e me deixou bastante surpreso. O site também me pareceu um excelente estratégia de divulgação, e é muito legal perceber como tua pesquisas se relaciona com tua experiência de vida. Eu fiquei curioso se, como o Reial Espanyol no futebol, há espaço na cena cultural catalã para, se não um negação a identidade catalã, um discurso mais ameno em relação a Madrid ? É possível observar alguma posição como essa nos castells, ou são um espaço de unanimidade discursiva?

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LUIZA VENANCIO MAZIERI respondeu o tópico "Comentário"

Publicação: A INFERTILIDADE APROPRIADA PELO MERCADO: TROCAS ENVOLVENDO ÓVULOS E GESTAÇÃO SUBSTITUTIVA

Parabéns pela pesquisa e painel, Luiza! O tema é atual e muito relevante. O material apresentado privilegiou a discussão teórica acerca do tema. Sendo assim, partilho do comentário de Juliana. Não ficou evidente quais são seus problemas, objetivos de pesquisa e a abordagem metodológica utilizada para desenvolvê-la. Agradeço pelos esclarecimentos na resposta. Para a iniciação científica, talvez seja o caso de selecionar um material, como um livro de ficção científica ou filme, atentando às narrativas verbo-visuais e estabelecendo diálogos críticos com a bibliografia antropológica já levantada. Isto ajudaria a delinear o recorte da pesquisa e a desenvolvê-la com maior objetividade. Espero que as sugestões ajudem e que você encaminhe um artigo para publicação!

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SOFIA HELENA CARDOSO RODRIGUES e outra pessoa responderam o tópico "Comentário de um dos avaliadores"

Publicação: Pré-histórico e contemporâneo: Construindo Stonehenge pela historiografia (1880-2020)

Boa tarde Sofia. Sou estudante de pós-graduação do IG-UNICAMP, E um dos seus avaliadores. Adorei seu trabalho. Parabéns pela apresentação e pelo sua bonita pesquisa. Sua fala é clara e muito bem organizada, mostra segurança em relação ao seu tema, de maneira que facilita ao ouvinte acompanhar sua linha de raciocínio.

Achei ótima a sua iniciativa de fazer uma periodização das diferentes maneiras que a pesquisa arqueológica e/ou histórica interpretou um mesmo sítio arqueológico. Ilustra muito bem como esses campos de pesquisa não são estagnados no tempo, e que as interpretações que se fazem num dado tempo não são absolutas e imutáveis.

Ao ver sua apresentação, parei para refletir sobre outro ponto, que talvez fosse um tema interessante para você colocar, futuramente em novas iniciativas (se você continuar a trabalhar com o tema - como no seu TCC, ou possível mestrado): como foi mudando, ao longo do tempo, a visão das pessoas em geral que vivem nas imediações, que não os pesquisadores e estudiosos? Pois como toda criação humana, esse complexo foi construído com intencionalidades e propositos específicos, que podem terem permanecido por longo tempo, mas que também sofreram modificações com o passar dos séculos e milênios. Observava isso acontecendo mesmo com criações materiais muito recentes: via por exemplo na minha região de vivência antigos cemitérios de roceiros, erguidos no alto de cumeadas locais de relevo, para dentro da visão do catocilismo dominante em meio a eles deixar os mortos "mais perto do céu", serem hoje tomados como locais de peregrinação de grupos neopagões regionais, que tomam a associação do cemitério com o relevo, o caráter muito arborizado dele (por ser um cemitério de roceiros e agricultores e mantido por seus semelhantes, está cheio de arcos com flores e plantas trepadeiras, tuneis verdes e outras belas bioconstruções) como um local sagrado, e mesmo onde se pode ter contato com espiritos e pedir a eles desejos. Outro caso parecido que conheço é um antigo cemitério indígena no interior de São Paulo, em torno do qual se desenvolveu uma colonia de migrantes japoneses. Foram eles que detectaram o cemitério, e passaram a enxerga-lo com a sua lógica de respeito e culto aos ancestrais. Eles acabaram incorporando o respeito aos mortos desse cemitério a sua própria visão daquela terra, construindo inclusive um monumento que preservou perfeitamente o cemitério indígena das intempéries, e criando dentro desse mesmo monumento círculos no entorno da ala do cemitério indígena onde passaram a enterrar seus próprios mortos, usando a estrutura para reverenciar ambos - os mortos da comunidade japonesa, e os mortos do cemitério indígena - como os "ancestrais" dos vivos daquela terra. Ao ler seu material, fiquei bastante curioso de saber mais sobre como foram mudando as visões dos não pesquisadores sobre algo tão antigo e importante como Stonehenge, e acho que seria um tema interessante para talvez você dialogar com abordagem de como foi mudando a visão dos pesquisadores, se você me permite essa sugestão.

Sofia, parabéns novamente pelo seu trabalho, espero que você siga se dedicando ao tema da pesquisa, acredito que tem muito para contribuir.

Obs - fiz alguns comentários no seu arquivo de texto, teria como disponibilizar um e-mail seu, para que pudesse te encaminhar, caso você queira dar uma olhada?

 

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José Orlando Ferreira de Miranda Júnior e outra pessoa responderam o tópico "Relevância da Pesquisa"

Publicação: O USO DE UM GAME CONTRA FAKE NEWS: uma pesquisa-ação no ensino médio

Olá Wagner, tudo bem? Gostaria de parabenizar você pelo projeto de pesquisa desenvolvido em Escola do Ensino Médio a partir de um game para se combater fake news, sua pesquisa tem uma relevância social e acadêmica. Você apresenta a metodologia utilizada na pesquisa e seu desenvolvimento ao longo de sua pesquisa e como ela se configura neste letramento digital. Gostaria de saber se ao longo da pesquisa você fez alguma interação com os alunos com algumas notícias falsas e se eles opinaram a respeito? Se em algum momento você os oportunizou com fake-news ou não e perguntou a eles sobre a veracidade das informações? São questões iniciais que me ocorrem ao ler seu trabalho e assistir o vídeo.

 

Parabéns pela pesquisa.

 

Cordialmente

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Guilherme antunes respondeu o tópico "Comentários gerais sobre o resumo apresentado"

Publicação: Poder, epistemicídio e aquilombamento: como a articulação desses conceitos foi utilizada pelo NCN da Unicamp na construção da sua agenda política nos anos de 2019, 2020 e 2021.

Olá Guilherme,

 

Te parabenizo pela relevância social do trabalho e aproveito para deixar algumas impressões/dúvidas para que você possa reagir. 

 

1) Em primeiro lugar, eu sugeriria uma readequação do título. Numa primeira leitura, temos a impressão de que se trata de um trabalho enfocado no NCN como objeto empírico, sendo que ao longo da leitura do texto, somos surpreendidos com a emergência de outros dois grupos como espaços privilegiados de trabalho de campo. Além disso, ficamos com a espectativa de que os conceitos de poder, epistemicídio e aquilombamento serão mapeados e discutidos. O conceito de epistemicídio é um pouco mais explorado no texto, o de aquilombamento muito pouco e o de poder desapareceu do texto. 

Ainda, considerando as entidades etnografadas, senti falta de uma maior caracterização das mesmas, delineando suas diferenças em termos de repertórios de ação e mesmo de estrutura organizacional e vinculação institucional. No caso do NCN, um coletivo de estudantes negros. No caso do Bitita, ao que parece, um Núcleo de Estudos que aglutina a um só tempo docentes e discentes da universidade. E no caso do CADER uma instância institucional. Se tratam de grupos com envergaduras de atuação política bastante específicos, embora eu saiba que existe uma circulação produtiva de pessoas e ideias entre esses grupos. Acredito que esses fatores precisam ser mencionados e discutidos, em especial para os leitores que não conhecem a "cena" da mobilização negra na UNICAMP. 

2) Tive a impressão de que seu texto apresenta uma certa sobreposição do conceito teórico assumido por você com relação ao "epistemicídio" em face da categoria êmica epistemicídio e aquilombamento (que teoricamente também não foi explorada no seu texto). Isso é um problema. Não ficou evidente até que ponto a categoria  de epistemicídio "mobilizada", "problematizada" pelas entidades do movimento coaduna, amplia, revisa, a definição teórica de Sueli Carneiro. Nesse sentido, valeria a pena trazer para o seu texto narrativas do campo.

3) Outra questão em torno de um conceito teórico: a utilização da noção de "decolonial" no seu argumento. Você afirma que a agenda do NCN se pautou em "conceitos decoloniais como epistemicídio e aquilombamento". Ficou a dúvida: o NCN, enquanto grupo, se autodenomina "decolonial"? Sueli Carneiro, cuja elaboração sobre o conceito de epistemicídio é tomada como base por você, se considera decolonial?  Decolonial, descolonial, pós-colonial são enquadramentos teóricos em constante disputa, cabe apontar, primeiro, o que você entende por decolonial, quais autores mobiliza e também se se trata de um enquadramento seu ou um enquadramento que emerge do seu campo empírico. 

4) Ainda que você tome o NCN como o centro da história da mobilização negra mais recente na universidade, é importante tomar cuidado com algumas relações de causa e efeito. Não me parece consistente, por exemplo, assumir que a prática política  do NCN em torno da ideia de epistemicídio e aquilombamento é um resultado simples "da implementação de cotas raciais na universidade e da maior presença de sujeitos negros na Unicamp". Sim, o enegrecimento e popularização da UNICAMP tem um efeito na dinâmica e amplitude das mobilizações, do enegrecimento dos curriculos, e etc. Mas observando trabalhos que estudam iniciativas do movimento negro  na mais antigas na UNICAMP ou mesmo observam a atuação do NCN desde seus primórdios, antes das cotas, é possivel verificar que a mobilização dos conceitos de epistemicídio e aquilombamento é mais uma CONTINUIDADE, do que uma NOVIDADE. 

Nesse sentido, indicaria como uma referência que pode ser útil a leitura da minha dissertação de mestrado, onde discuto  as mobilizações do NCN de sua fundação até o ano de 2020 e  também de um grupo mais antigo e muito parecido com a proposta do BITITA, O NEN, Núcleo de Estudos Negros (ao que se sabe, o primeiro coletivo  de estudantes negros que temos noticia na UNICAMP). O trabalho da Angélica Inada, sobre o processo de luta pelas cotas também é interessante, na medida em que mapeia um pouco as origens do NCN e delineia as temáticas dos primeiros QTCA (sendo a edição de 2014, por exemplo, enfocada na questão do epistemicídio e intitulada: III QUEM TEM COR AGE: Intelectualidade Negra - Conhecimento, racismo e epistemicídio).

MESQUITA, T.V.L. É preciso mudar os lugares da mesa: um estudo das carreiras militantes de acadêmicos negros na Universidade Estadual de Campinas. Dissertação (Mestrado em Educação), Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, 2021.

INADA, A. K. Quando a Unicamp falou sobre cotas: trajetória de militância do Núcleo de Consciência Negra e da Frente Pró-cotas da UNICAMP. Dissertação (Mestrado em Educação), Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, 2018.

 

5) Finalizando, outro ponto que chamou a atenção nas conclusões foi o uso dos verbos no futuro do presente indicativo... "a CADER servirá", "será o Núcleo de Estudos Carolina de Jesus". A escrita me confundiu como leitora, pois deu a impressão de que você estava fazendo prescrições sobre o futuro da mobilização negra na universidade, quando eu entendo que seu objetivo como pesquisador é refletir sobre o campo presente e indicar potencialidades, reforçar hipóteses, nunca certezas. Nesse sentido, sugeriria uma revisão e padronização dos tempos verbais ao longo do texto. 

 

Aguardo seu retorno ao diálogo,

 

Tayná

 

 

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José Orlando Ferreira de Miranda Júnior respondeu o tópico "Relevância da Pesquisa"

Publicação: O ATENDIMENTO PSICOLÓGICO DOS SUJEITOS SURDOS: IMPLICAÇÕES NA FORMAÇÃO DOS(AS) PSICÓLOGOS(AS)

Olá Carla, tudo bem? Gostaria de parabenizar a temática escolhida para desenvolver sua pesquisa, você traz dados relevantes ao longo do trabalho e como esses tem reverberado na formação inicial em Psicologia, pois os cursos não tem analisado quão é importante a disciplina de Libras e em contextos de estágios, oportunizar aos estudantes que realizem atendimentos com pessoas surdas, pois ainda é o mínimo que possui formação para atender esse grupo social que tem sido marginalizado em diversos setores da sociedade. Como você observa a partir dos dados coletados como é a interação entre o surdo e o psicólogo, existe uma interação direta entre eles, ou essa interação é com auxílio de um intérprete? 

Parabéns pela pesquisa.

 

Cordialmente

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José Orlando Ferreira de Miranda Júnior e outra pessoa responderam o tópico "Educação Bilíngue para surdos"

Publicação: A inclusão dos alunos surdos e as experiências culturais dos surdos nas escolas

Oi Amanda, gostaria de parabenizar você e sua orientadora pela pesquisa desenvolvida sobre a inclusão de alunos surdos e as experiências culturais dos surdos nas escolas. Nos faz perceber em sua apresentação com o contexto cultural se faz necessário no processo de ensino-aprendizagem do aluno surdo, ensinar sobre a língua: suas funções e interações sociais, não devem se desvincular do contexto cultural, pois possibilita uma maior interação entre os alunos a partir de suas vivências. De forma clara e objetiva você discorre sobre a temática, trazendo os objetivos propostos e a metodologia desenvolvida na pesquisa, poder realizar sua pesquisa em espaços escolares diferenciados te fez perceber metodologias de ensino e abordagens diferenciadas, como você percebeu esses espaços de acordo com a especificidade da escola? Que apontamentos reverberam na pesquisa a partir da vivência em cada um dos espaços? 

Excelente pesquisa desenvolvida e que nos possibilita nortear pesquisas voltadas para a educação de surdos e perceber como a cultura contribui para os processos formativos dos alunos surdos.

 

Parabéns.

 

Orlando Miranda

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LAÍS DE LIMA AMARAL respondeu o tópico "Perguntas"

Publicação: ESTUDO BIBLIOMÉTRICO DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA INTERNACIONAL SOBRE KARATÊ

Parabéns, Laís pela pesquisa! É realmente interessante como você aplicou a abordagem bibliométrica nesse estudo. Fiquei pensando se o estudo das redes de colaboração pode permitir uma expansão do entendimento de como o desenvolvimento da modalidade se associa à produção de novos conhecimentos. Então, talvez, essa seja uma ideia para o futuro. Eu tenho uma pergunta, embora eu acredite que esteja mirando mais a frente: Você enxerga que a produção de novos conhecimentos e as tendências apresentadas pelo estudo bibliométrico podem contribuir para a elaboração de políticas de incentivo à essa modalidade esportiva? Essas políticas poderiam ajudar a institucionalizar mais o esporte, ou você acha que se dariam mais em direção ao fomento à prática e sua disseminação? Obrigado desde já e, mais uma vez, parabéns!

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Paola Argentin respondeu o tópico "Dúvidas e sugestões"

Publicação: A MULHER NA CIDADE: USO DO TERRITÓRIO URBANO POR CORPOS FEMININOS ADOLESCENTES E JOVENS [3]

Olá, bom dia. Eu sou Paola D. Argentin, doutoranda em Ciências Sociais pelo IFCH e avaliadora dos trabalhos.

A proposta de perceber a gravidez na adolescência a partir da mobilidade urbana e dos aspectos materiais que envolvem estar grávida na adolescência é muito boa. Comumente vamos diretamente para os aspectos emocionais e ignoramos o urbano e os acessos. Parabéns.

Quando você menciona o fator social da gravidez na adolescência, me fez lembrar que a precariedade do acesso material à cidade se faz também pela falta de acesso às condições para higiene íntima. Sugiro como desenvolvimento pensar nessas faltas de acesso que a mulher ou o homem trans estão sujeitos quando se trata do próprio cuidado com a saúde em outros aspectos. Recentemente vimos ser barrado o acesso ao absorvente, por exemplo.

Gostaria também de destacar a metodologia utilizada. Além do trabalho em grupo feito em sala de aula, o enfoque geracional onde foi feito um esforço de perceber como o problema de pesquisa de vocês mudou ou não ao longo do tempo e de acordo com a percepção das pessoas mais velhas, é muito bom e importante. 

Sobre os casos à parte e que não entraram na análise dos dados, gostaria de destacar o caso da mulher que interrompeu a gravidez por conta própria. Gostaria de sublinhar que o aborto é também um aspecto desta falta de acesso, precariedade e desigualdade, diretamente relacionado aos acessos à cidade. Talvez, numa próxima oportunidade, seja até o caso de entrevistar essa mulher para aprofundar no assunto sobre "corpos femininos e o acesso à cidade”. 

Por fim, o mapa criado e os aspectos demográficos analisados foram muito profissionais. Esses dados são extremamente importantes para atualizar uma situação que sabemos que acontece, mas pouco falamos sobre ela. 

Por fim gostaria de entender o seguinte trecho:

“Mesmo observando que as respostas do questionário não condizem com a realidade da maior parte do município, constatamos que 55% das mulheres realizaram o acompanhamento da sua gestação utilizando totalmente a rede pública e que 60% usufruíram dos serviços de postos de saúde próximos de suas residências. Portanto, é visível a importância do SUS até mesmo nas camadas mais profundas da sociedade."

As respostas do questionário não condizem com a realidade da maior parte do município porque estas mulheres estão em situação privilegiada e localizadas em pontos urbanos de maior infraestrutura? Sobre o Sistema Único de Saúde e neste mesmo trecho, eu diria que o SUS é importante sobretudo nas camadas mais profundas da sociedade, se com isso você quer dizer pessoas mais pobres.

Obrigada pelo seu trabalho. Espero que se sinta animada para aprofundar o tema.

 

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Daniela Santos respondeu o tópico "Parabenização e pergunta"

Publicação: TRADUÇÃO COMENTADA DE CHRISTOPHE TARKOS: A REPETIÇÃO COMO DISPOSITIVO POÉTICO

Olá, Maria Cristina. Parabéns pelo seu trabalho. Gostei muito do chamado inicial que você faz para experimentar por meio do poema o "amassapalavra" antes de teorizá-lo. Desde o início essa experiência de leitura do Tarkos encarnada. Seu trabalho está muito bem fundamentado, de excelente escrita, e como tradutora, de muita sensibilidade. Pensando nesse uso da língua comum, podendo ser uma forma muito própria e crítica de se voltar ao leitor (em oposição ao lirismo), e a aplicação da repetição, qual a contribuição particular que você acredita que a obra de Tarkos traz hoje no debate sobre poesia moderna? Obrigada por compartilhar esse excelente trabalho! E siga em frente com as suas traduções. Aguardaremos. 
Daniela

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Laís Silva Braga respondeu o tópico "Comentário de um dos avaliadores"

Publicação: O universo dos castells como reflexo do nacionalismo na Catalunha: antes e após o Referendo de 2017

Olá Lais, bom dia. Sou estudante da pós-graduação do IG-UNICAMP, e um dos avaliadores do seu trabalho.

 

Gostei muito da sua apresentação e do seu trabalho, parabéns pela sua dedicação, clareza e densidade da sua apresentação.

 

Tive uma dúvida e curiosidade, que sei que foge  ao intervalo de tempo que você focou, mas que talvez pudesse colaborar com questões para você seguir trabalhando com esse tema. Como você discutiu a questão do desejo de independência da Catalunha é muito antiga,  e  a relação dessas expressões culturais regionais com os movimentos nacionalistas foi uma questão tão séria que influenciou na política nacional para a cultura em vários momentos. Sei que houve no período do general Franco um forte sufocamento dos movimentos de independência da Catalunha, e que também no período dele havia uma política cultural que buscava criar uma identidade nacional espanhola, que escolhia alguns elementos de culturas regionais e procurava promove-los para fortalece-los como parte de uma identidade cultural nacional e as incentivava, enquanto outras dessas manifestações eram inibidas, e vistas como "não espanholas". Algumas pessoas, porém, defendem que essas escolhas entre as manifestações culturais regionais que seriam promovidas como símbolos e identidades da nacionalidade espanhola e as que não eram mostravam-se difíceis de serem compreendidas em razão da ideologia do governo franquista, pois mesmo alguns elementos vindos da cultura moura e cigana foram selecionados para serem exaltados como parte da identidade nacional. Nisso fiquei me perguntando, qual foi a política desse período anterior (franquista) para os castells, que você explica serem originalmente uma manifestação ligada ao catolicismo? Ele teve no passado também uma relação com as manifestações anteriores dos movimentos de independência da Catalunha? A ligação deles com o catolicismo contribuiu para serem eventualmente permitidos ou incentivados nesse período de um governo que buscava aproximar estado e igreja católica, ou já ali se alinhavam de alguma maneira com o movimento de independência da Catalunha, e por consequência eram mal vistos pelas autoridades centrais da época?

 

Espero que você continue trabalhando com pesquisa, com certeza tem muito para contribuir.

 

obs - tomei a liberdade de ir fazendo alguns comentários no seu trabalho escrito, com sugestões e questões, mas não consigo enviar pela plataforma. Teria um e-mail por onde poderia te enviar o arquivo?

 

 

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SARA VILELA GOMES respondeu o tópico "Comentário de um dos avaliadores"

Publicação: ARQUITETURA, HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E NEUROCIÊNCIA: APLICAÇÕES E CONTRIBUIÇÕES DO ELEMENTO COR AO PROJETO DE AMBIÊNCIAS DIRIGIDAS AO TRATAMENTO E À RECUPERAÇÃO DE PACIENTES OBSTÉTRICAS

Olá Sara, bom dia. Sou estudante da pós-graduação do IG-UNICAMP, e um dos avaliadores do seu trabalho. Achei muito interessante o seu tema, e o desenvolvimento que você deu a ele. Parabéns pelo seu trabalho. A sua pesquisa é muito densa - apesar de você ter apenas pouca páginas para se expressar, o seu texto consegue apresentar bem uma discussão consistente sobre o tema, que reflete a dedicação que você teve para com ele. Igualmente, seu texto é conciso e organizado de maneira lógica e clara, que facilita ao leitor acompanhar seu raciocínio. Essas habilidades são muito importantes para quem vai se dedicar a um projeto de pesquisa, e você demonstrou domina-las bem. Você mostrou ainda um gosto e interesse pela inter-disciplinaridade - confesso que ao ver o tema do seu trabalho fiquei em dúvida se você era da medicina, da arquitetura ou das artes, rs. Ao mesmo tempo, a sua vocação para dialogar com a arte e com a medicina não leva a uma perda de foco. O seu trabalho é claramente o de uma arquiteta, com formação sólida e consistente em sua própria área, e que ao mesmo tempo tem um olhar abrangente capaz de fazer seus conhecimentos dialogarem com outras áreas.

Tive uma dúvida ao ler o seu trabalho: você discutiu bastante os critérios e possíveis consequências das diferenças de cores escolhidas para ambientes hospitalares no bem-estar dos pacientes. Algo que talvez seria interessante incorporar na discussão, caso você siga trabalhando com o tema (e espero que você o faça), é comentar e discutir também os impactos da ausência de uma política de cores, ou mesmo da ausência de cores ou pigmentação. Isso levaria, necessariamente, a uma piora do bem estar dos pacientes? Ou haveriam diferentes situações? Talvez um impacto de ausência de cores em edificações simples de áreas rurais (ex - construções artesanais de barro, que por vezes em bairros rurais são usadas também para unidades de saúde) não impactariam negativamente no bem estar das pacientes, já que é um padrão culturamente aceito, normalizado e valorizado pelos que vivem ali; enquanto a ausência de pintura e exposição das cores naturais dos materiais de construção (realidade que por vezes ocorre, sobretudo por falta de manutenção) num hospital de uma grande cidade poderia contribuir para criar nas pacientes uma sensação de insegurança e abandono? Ou talvez outros fatores (e.g - existem países com hospitais com infra-estrutura, incluindo pintura, em condições não muito boas, mas com excelentes praticas e acolhimentos de pacientes, como Cuba) possam se contrapor a isso? Enfim, são questões que me vieram ao ler seu trabalho, e que pensei que talvez compartilha-las com você poderia ajudar de alguma maneira a buscar novos caminhos para continuar a aprofundar seu tema.

 

Parabéns novamente pelo seu trabalho, tomara que você continue se dedicando a pesquisa, certamente tem muito a contribuir.

 

Obs - ao ler seu texto, eu fui fazendo alguns comentários. Seria possível enviar um e-mail, para que pudesse compartilhar o arquivo com comentários com você?

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Ivan Sicca GonÇalves respondeu o tópico "Referências Teóricas"

Publicação: A trajetória e cristalização do hip-hop franco-argelino em Rouen através de Rilès Kacimi

Oi Victor Hugo, tudo bem? Inicialmente, parabéns pela escolha do tema e pelo trabalho de pesquisa. Inicialmente eu gostaria que você falasse um pouco mais sobre como você chegou nessa temática. Foi muito instigante a sua aproximação dessa produção cultural de diferentes diásporas, aproximando reflexões alguns autores que pensaram contextos americanos e caribenhos com o contexto da Europa pós-colonial. Nessa reflexão, como você pensou essas aproximações desses autores teóricos com o contexto do hip-hop franco-argelino? O que há de interligável ou comparável? O que há de específico desse caso francês? Também fiquei curioso sobre o que você disse sobre ancestralidade e como essa ideia de recuperação de raízes africanas (ou especificamente argelinas) aparece nesse material que você fez curadoria (seja nas músicas, seja em entrevistas).

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Marina Cristina Vazan e outra pessoa responderam o tópico "Comentário e dúvidas. "

Publicação: UM ESTUDO SOBRE OS COMPONENTES DA REGULAÇÃO EMOCIONAL DO MEDO EM ESTUDANTES DO ENSINO FUNDAMENTAL E SUAS RELAÇÕES COM O DESEMPENHO ESCOLAR E VARIÁVEIS DEMOGRÁFICAS

Olá, meu nome é Felipe e sou doutorando em Ensino de Ciências pela Unicamp. Primeiramente gostaria de parabenizá-los pelo excelente trabalho, destacando a relevância do tema, sobretudo em tempos de ensino remoto em que, sujeitos ao ambiente familiar, o aspecto emocional pode ter sido um dos fatores de sucesso ou de fracasso do ensino em tempos de pandemia.

Ademais, após a leitura do trabalho, algumas dúvidas surgiram:

1) O trabalho poderia, já que havia os artigos selecionados, quais as formas de autorregulação que mais apareceram? Há esses dados? Esta foi uma preocupação dos autores?

2) Apesar de citar que um dos fatores de exclusão de trabalhos foi a idade, não encontrei explicitamente qual a faixa etária que o trabalho buscava. Até porque em certa altura do texto, alunos de ensino superior também são citados. 

 

Seria muito interessante realmente ter a continuidade deste trabalho, agora de forma mais empírica, talvez indo em uma escola e buscando correlacionar os resultados desta revisão com dados experimentais colhidos em certas condições para que entendamos melhor como o papel da autorregulação se manifesta na escola; qual o papel efetivo do professor...

 

Um grande abraço

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RAFAELA PEREIRA DE SOUSA respondeu o tópico "TEMA E ANÁLISES"

Publicação: ANÁLISE DA EFICIÊNCIA FINANCEIRA DAS ENTIDADES DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR ABERTA NO BRASIL

Rafaela, parabéns pelo trabalho.

Não tenho questões, apenas alguns comentários gerais.

O tema é relevante e o tipo de análise que você propõe é importante para trazer clareza ao publico que não possui muito conhecimento acerca das métricas que podem ser utilizadas para comparar as entidades e sua performance no que tange à gestão. 

Entendo que o paper é curto para abordar a complexidade do tema, mas suguriro que, caso tenha a oportinidade, desenvolva a parte da construção e aplicação das métricas, que podem ser usuais pelos próprios gestores. Também descrecer com precisão as variáveis, suas implicações e os fatores que as influenciam dentro da modelagem. Talvez usar mais variáveis e métricas simples que possam mensurar a relação entre ganhos e perdas, que também pode contribuir para outros modelos de análises.

 

Parabéns! Sucesso!