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Acompanhe as principais atualizações e discussões sobre os trabalhos publicados em PIBIC 2021!

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ALICIA CONDOTA KUASNE e outra pessoa responderam o tópico "Sociedade atual"

Publicação: A economia açucareira e a estratificação social no Brasil colonial: um estudo a partir da obra Cultura e Opulência do Brasil

Olá Alicia, espero que esteja bem.

Parabéns pelo desenvolvimento do estudo!

Assunto altamente pertinente até os dias atuais, não apenas na estruturação produtiva do setor sucroalcooleiro, mas para a história econômica brasileira. Evidenciando lastros exemplificativos do por quê a formação da relação de trabalho, de social-cultural e do aspecto estrutural-produtivo brasileiro.

Minha questão, na verdade, é uma reflexão: " A estratificação social colonial brasileira influenciou a economia e as relações sociais até os dias de hoje. Você poderia exemplificar essas heranças coloniais do setor sucroalcooleiro descrito por André João Antonil (pseudônimo do autor) que influenciaram a relação econômica, principalmente trabalho e distribuição de renda?"

Mais uma vez, parabéns pela pesquisa. Siga em frente!

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Márcio José Cenati respondeu o tópico "Práticas colaborativas de escrita em um ambiente de aprendizagem online do scholar"

Publicação: Práticas colaborativas de escrita em um ambiente de aprendizagem online do Scholar

Seu projeto está muito bom do ponto de vista formal. Quanto ao tema, considerei de grande relevância, ainda mais se considerarmos o contexto do ensino remoto durante a pandemia de Covid-19 e o lugar do e-learning no pós-pandemia. Outro aspecto importante foi a contribuição da plataforma enquanto possibilidade de desconstrução da “educação bancária” e a construção coletiva do conhecimento propiciada pelas affordances da plataforma.

Gostaria que você comentasse um pouco sobre a possibilidade, ou não, de uso da plataforma Scholar no âmbito do Ensino Médio.

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MONICA PEREIRA RUIZ e outra pessoa responderam o tópico "Dúvidas, sugestões e referências para o desenvolvimento de sua pesquisa"

Publicação: As igrejas evangélicas como pronto socorro dos necessitados

Olá Mônica, tudo bem?

Sou um dos avaliadores do seu trabalho e gostaria de parabenizá-la pela pesquisa empreendida, a concisão e objetividade do seu estilo de escrita facilita muito a leitura daqueles que não são "iniciados" nos estudos das religiões, também gostei muito da forma como você explicou sinteticamente a organização hierárquica dentro das igrejas pentecostais. Tenho algumas dúvidas e, também, referências que acho que fortaleceriam o seu diagnóstico:

A) Em um dos parágrafos você afirma que foi muito difícil fazer as entrevistas porque muitas pessoas tinham medo de retaliações da comunidade religiosa. Que tipo de retaliações seriam essas? Acho que seria importante para a sua pesquisa identificar quais os mecanismos de coação e constrangimento que a comunidade e a instituição operam como forma de controle e vigilância.

B) A sua posição enquanto pesquisadora é bastante singular, ao mesmo tempo que você está dentro da instituição religiosa e participa da comunidade (insider); você também pretende investigar a sua religião através de instrumentos técnicos e teorias do campo das Ciências Sociais, desnaturalizando e problematizando uma atividade rotineira que é o ativismo social da Igreja (outsider). Recordei-me de um texto muito interessante de Karen Fields, uma comparação entre W.E.B Du Bois e Durkheim na relação que cada um deles tinham com o campo intelectual e no cenário cultural em que produziam suas sociologias. Acho que essa relação insider/outsider pode te ajudar a pensar sobre sua posição em relação ao seu objeto de pesquisa.

Ver: FIELDS, Karen. Individuallity and the Intellectuals: An Imaginary Conversation Between Emile Durkheim and W. E. B. Du Bois. FIELDS, Barbara; FIELDS, Karen.  Racecraft: the soul of inequality in American life. Verso Books: New York, London, 2012.

C) O terceiro ponto que me chamou a atenção foi o seu destaque para o papel crucial que o "chão da Igreja" tem no que tange as ações sociais e caritativas. Fiquei pensando muito na ideia de trabalho emocional e como parece que, até mesmo na Igreja, ele é deslocado para a base da comunidade e não tomado como um dos objetivos centrais da organização. Creio que a ideia de trabalho emocional como pensada por Arlie Hochschild pode lhe servir como categoria teórica, pois lhe permitirá compreender esse ativismo social como trabalho não remunerado, "desvalorizado", mas fundamental para a reprodução social.

Ver: HOCHSCHILD, Arlie Russell. La mercantilización de la vida íntima: apuntes de la casa y el trabajo. Madrid: Katz, 2008. 

D) Seria, por fim, interessante discutir que tipo de Estado de Bem Estar Social é esta que é promovido e encampado pela Igreja, talvez uma contraposição com os "tipos ideais" de Welfare como proposta por Gøsta Esping-Andersen fosse interessante para sua categorização. Deste modo, seria possível identificar que representação social de bem estar está constituída na ação e nas idealizações dos ativistas que você entrevistou. 

Ver: ESPING-ANDERSEN, Gosta. As Três Economias Políticas do Welfare State. Lua Nova, n.24, Set, 1991. em: https://www.scielo.br/j/ln/a/99DPRg4vVqLrQ4XbpBRHc5H/?format=pdf&lang=pt

 

Enfim, espero que os comentários lhe sejam úteis para o andamento da pesquisa e fico à disposição para qualquer dúvida ou comentário.

Atenciosamente,

C.

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Tabatha Souza respondeu o tópico "Comentários"

Publicação: A propriedade literária nas publicações de Machado de Assis e Bernardo Guimarães: pesquisa em fontes primárias

Oi Tabatha, tudo bem?

Meu nome é Annelise, sou doutoranda em Teoria Literária pelo IEL, e é um prazer "vir" aqui conhecer sua pesquisa! Gostaria de parabenizá-la desde já pela estrutura do projeto, pessoalmente tenho muito gosto por esse trabalho com as fontes primárias, com os arquivos literários... Aproveito para te sugerir a leitura do livro Arquivos literários: teorias, histórias, desafios, do professor Reinaldo Marques (UFMG). É fundamental para quem lida com arquivo! 

Depois de ver o vídeo e ler o seu resumo, fiquei com uma dúvida... Você escreveu que "A pesquisa tenta promover uma reflexão acerca dos motivos que teriam levado os escritores a realizarem transações aparentemente pouco vantajosas para eles", mas no vídeo essas reflexões acabam não aparecendo. Gostaria que você comentasse um pouco sobre isso, se possível.

Obrigada!

Um abraço,
Annelise 

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CARLOS HENRIQUE ARAUJO VIANA e outra pessoa responderam o tópico "Sugestões//"

Publicação: POLÍTICA FISCAL E RECESSÃO MUNDIAL: UMA COMPARAÇÃO ENTRE AS MEDIDAS DE ESTADOS UNIDOS E BRASIL FRENTE À COVID-19

Bom dia,

Parabéns aos autores!!

Este tema de pesquisa é bastante relevante. Gostei bastante dos dados apresentados. Como sugestão, seria interessante na pesquisa acrescentar o debate sobre a política fiscal pré pandemia, os desafios da adoção de regras fiscais rígidas (teto de gastos, por exemplo) e seus impactos recessivos na economia. Esse debate ajudaria a salientar os efeitos das políticas expansionistas adotadas na pandemia, que comparadas aos EUA são bem menores. Porém, foram medidas importantes para manter algum nível de renda para os mais pobres. 

 

Boa semana para vocês!!:)

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MARCELO MARTINS FIORELLI respondeu o tópico "Metodologias econômicas"

Publicação: O pressuposto da racionalidade dos agentes econômicos: análise comparativa entre economia neoclássica e economia comportamental

Olá Marcelo. Espero que esteja bem.

Parabéns pela iniciação científica com o desenvolvimento de uma temática importantíssima a ser discutida nos dias atuais.

A comparativa entre economia neoclássica e a economia comportamental, evidenciando o por quê a economia comportamental também é considerada mainstream trazendo as contribuições do professor Dequech é muito enriquecedor. Justamente na "quebra" do possível preconceito sobre as linhas de pesquisa econômica vinculadas com a abordagem heterodoxia, que muitas vezes, são consideradas marginalizadas pelos neoclássico. Desta forma, a minha questão, na verdade, será mais uma reflexão que eu desejo obter de você.

Para difusão da economia comportamental e seus preceitos dos agentes sobre racionalidade limitada, racionalidade subjetiva e a interação institucional visualizada nas convenções formais e informais (Dequech) é necessário padronização das metodologias econômicas que estudam o comportamento dos agentes? A complexidade para obtenção de modelos de interação que abarcam o comportamento dos agentes é uma barreira? Como podemos "quebrar" essa barreira ou mesmo utilizá-la nos aprofundamentos metodológicos? 

Mais uma vez, parabéns pelo estudo realizado.

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LUIZ FELIPE NALLIN SABBATINI respondeu o tópico "Dúvida e sugestão"

Publicação: Arquitetura e Neurociência: a ambiência nos espaços de trabalho hospitalares.

Olá Luiz!

Meu nome é Marcos, sou aluno de Doutorado no Programa de Pós-Graduação em Arquitetura, Tecnologia e Cidade da FEC/ FAU UNICAMP.

Primeiramente, gostaria de parabenizar pela ousadia em abordar um tema complexo nas pesquisas de Arquitetura & Design, e também bastante necessário para a para a qualidade de vida, a saúde e o bem-estar do ser humano. Neste sentido, vejo bastante potencial na sua pesquisa de iniciação científica.

Lendo o seu trabalho e assistindo ao vídeo, fiquei com duas dúvidas: 

1. Qual o objetivo geral da pesquisa? 

2. Qual o objeto de estudo? [são ambientes de trabalho em hospitais e a relação desses com a saúde e o bem-estar dos profissionais (enfermeiros)? ou são ambientes da maternidade em hospitais e a relação desses com a saúde e o bem-estar de pacientes (mães) no período pós-parto?].

Como sugestão, o trabalho poderia enfocar apenas um tipo/área de ambiente hospitalar como objeto de estudo, conforme já apresenta o título "Arquitetura e Neurociência: a ambiência nos espaços de trabalho hospitalares". Assim, os resultados e a discussão poderiam se deter mais a problemática.

Parabéns pelo trabalho! 

Marcos

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Lucas Nishida e outra pessoa responderam o tópico "Perguntas para avaliação"

Publicação: As Políticas Públicas de combate e controle da Dengue e seu vetor Aedes aegypti: Uma análise da vacina no Brasil

Bom dia, João. Eu sou Lucas, avaliador do seu trabalho. Gostaria de parabenizar você pela apresentação. Elaborei 3 perguntas a partir da sua apresentação e gostaria de ouvir o que você tem a dizer sobre elas:

1) Em sua apresentação, você lista uma série de políticas públicas de combate à dengue. Como elas (ou as principais delas) atuam sobre o desenvolvimento de uma vacina para a dengue? Por exemplo, na destinação de verbas, regulamentação, criação de agendas, etc.

2) Nesses últimos meses de pandemia, a centralidade que a vacina contra o coronavírus ganhou para as políticas públicas afetou os processos de pesquisa e aprovação de vacinas para outras doenças infecciosas? Como o tempo recorde no desenvolvimento, as controvérsias sobre a eficácia e sobre a atuação supostamente política da ANVISA e do Butantã, e o foco dos esforços científicos e financeiros nas vacinas para coronavírus afetaram o desenvolvimento da vacina para dengue?

3) A forma grave da dengue se dá a partir de uma reação imunológica exacerbada à infecção, muitas vezes em indivíduos que já haviam sido contaminados anteriormente e já tinham memória imunológica contra o vírus. Considerando que a vacina é uma forma de condicionar o organismo a uma resposta imunológica mais efetiva, a possibilidade de gerar reações graves ao vírus é uma dificuldade para o desenvolvimento da vacina? Como isso aparece nos processos de aprovação?