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Acompanhe as principais atualizações e discussões sobre os trabalhos publicados em PIBIC 2021!

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hellen fonseca e outra pessoa responderam o tópico "Perguntas"

Publicação: INVESTIGAÇÃO SOBRE ASSOCIAÇÕES ENTRE GÊNEROS DA MÚSICA ELETRÔNICA DE PISTA E FAIXAS DE BATIDAS POR MINUTO

Olá, Giulia.

Parabéns pela pesquisa: gostei muito e aprendi muito com ela. Achei muito interessante os gráficos que você trouxe e a maneira como você sistematizou as informações.

Tenho uma pergunta bastante pontual a respeito da produção de tais músicas e sua classificação em gêneros e subgêneros. Tive a curiosidade de procurar alguns dos gêneros que você indicou  e observei que parte das faixas que ouvi começam em um ritmo mais "lento" e, no decorrer da música, o ritmo acaba acelerando. Como é feita a contagem dessas nuances rítmicas e sua classificação nos gêneros que você elencou? Por exemplo: como são classificadas as músicas que começam lentas, mas que depois se tornam muito aceleradas? A contagem das BPM é feita no momento em que o ritmo aumenta?

No mais, fiquei bastante curiosa com tantos subgêneros. Você poderia mencionar alguns exemplos de músicas para eu procurar para ouvir depois? 

Parabéns mais uma vez pelo seu excelente trabalho.

 

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Daniela Ferreira Cardoso e outra pessoa responderam o tópico "Saudações"

Publicação: MAPEAMENTO DA META 5 DO PNE- ALFABETIZAR TODAS AS CRIANÇAS, NO MÁXIMO, ATÉ O FINAL DO 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL, EM MUNICÍPIOS DA MESORREGIÃO EXTREMO OESTE BAIANO

Olá Weid Rafaela e prof. Sandra Leite, 

Parabéns pela pesquisa que está sendo realizada, sendo de grande importância para analisarmos a interferência das mudanças capitalistas do agronegócio e e como seus impactos socioeconômicos interferem nos indicadores educacionais e nos índices de alfabetização da Mesorregião do Extremo Oeste Baiano. 

Observação: fazendo uma correção fraterna, faltou uma letra "s" na palavra "públicas" na quinta linha dos "resultados e discussão" do resumo. 

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Camila Estela Cassis Augusto respondeu o tópico "Diálogos :) "

Publicação: 'Nem fome, nem bala e nem covid. O povo negro quer viver!' - A atuação da Coalizão Negra por Direitos durante a pandemia

Caro Matheus, como vai?

Em primeiro lugar, gostaria de te parabenizar por sua pesquisa. Seus resultados são fundamentais para compreender a pandemia de COVID-19 no Brasil. Achei muito interessante o fato de que a Coalizão Negra por Direitos não surge em decorrência da pandemia, mas pouco antes, e mesmo assim oferece propostas e respostas à crise de modo ágil em frentes políticas bastante diferentes, seja pedindo pelo impeachment, pelo auxílio emergencial, arrecadando alimentos e doações ou colocando a ideia de "democracia" em questão. Isso é impressionante e me parece que poucas organizações responderam às demandas da pandemia de modo tão articulado.

Gostaria de dialogar com você em três principais pontos do seu trabalho. Só para pontuar, esse diálogo é sobre questões que me surgiram a partir da sua pesquisa, e não necessariamente sobre "lacunas" que sua pesquisa deixou, porque acho que você foi bem sucedido e realizou o que propôs de modo bastante completo.

O primeiro é a respeito da sua metodologia. Você coloca que "a metodologia utilizada foi a de uma análise das redes sociais da Coalizão e busca por reportagens, vídeos e demais materiais por onde se foi registrando as ações de combate à pandemia e de mobilização da organização". Fiquei curiosa a respeito dessa diversidade de fontes. Como você trabalhou tanto com aquilo que a Coalizão diz sobre si mesma publicamente quanto com o que outros veículos de comunicação e mídias disseram sobre a Coalizão, fiquei me perguntando se você encontrou diferenças nos discursos a depender da fonte, e como você operacionalizou um olhar crítico para essas fontes.

O segundo ponto é a respeito das campanhas organizadas pela Coalizão. Imagino que algumas dessas campanhas, como a "Se tem gente com fome, dá de comer!" ainda estejam ativas. Mas acredito que seria muito interessante, talvez como desdobramento dessa pesquisa em um futuro paper, abordar também os "efeitos" ou "resultados" de tais campanhas, principalmente porque a Coalizão se propõe a "incidir politicamente" em nome da população negra brasileira. Seria um desdobramento bacana você propor caminhos possíveis para efetivamente diagnosticar essa incidência política. 

Por último, fiquei muito interessada na forma "coalizão" de organização política. Ela parece ser capaz de produzir grandes articulações entre atores e atrizes políticas em campos muito distintos. Uma curiosidade que seu trabalho me trouxe é sobre como a coalizão se organiza na prática. Como os membros da Coalizão deliberam sobre suas estratégias de atuação? Há líderes? Há uma forma de "filiação" institucionalizada à Coalizão? 

No mais, ressalto a qualidade da sua escrita. Seu texto oferece uma leitura fluída e organizada. Novamente, parabéns pela pesquisa.

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MARIANY APARECIDA MARINI DO NASCIMENTO respondeu o tópico "Considerações sobre o trabalho."

Publicação: A construção de propostas para a educação de crianças de 0 a 6 anos nos periódicos "Nós Mulheres" e "Mulherio" em sua articulação com a produção científica da Fundação Carlos Chagas (FCC).

Mariany e Fabiana, parabéns pelo trabalho que estão desenvolvendo, ao analisar o resumo expandido e a apresentação da Mariany, foi possível verificar que os objetivos, percurso metodológico estão claros. Os resultados ainda são parciais, pois a pesquisa está em andamento. Pelo material analisado me sinto contemplada, estou na expectativa para ver o resultado final, os quadros de sistematização dos dados preenchida e os resultados a serem compartilhados. Desde já aponto que a pesquisa é importantíssima para a compreensão da história do direito à educação da creche e pré-escola e buscar analisar os periódicos "Nós Mulheres" e "Mulherio" traz significativas contribuições históricas para entendermos o percursos das lutas e também dos estudos feministas no período. No momento não tenho nenhuma pergunta, só parabenizar.

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LEONARDO LEHMANN CONCENTINO respondeu o tópico "imparcialidade do entretenimento"

Publicação: Os usos públicos do passado no Youtube: um estudo sobre os canais de história mais acessados no Brasil

Leonardo, obrigada pelo vídeo. Gostaria de parabenizar pela pertinência da pesquisa e pela clareza da apresentação sintética. O tema é relevante não apenas para quem se preocupa com história e com a difusão do conhecimento histórico, mas também para quem está atento aos usos políticos dessas narrativas, nos seus distintos formatos. É exatamente pensando nisso que gostaria de deixar aqui duas questões pontuais: 

1. nas pesquisas que você fez, foi possível esclarecer que estratégias seriam as mais eficientes para a construção da audiência dos canais? Haveria relação com variáveis como a natureza do conteúdo (se academicamente referenciado, descontraído, crítico) ou as estratégias de difusão (associação a outros veículos, pagamentos, premiações etc.)?

2. fiquei intrigada com a classificação "imparcial" para o vídeo de entretenimento, imaginando que a neutralidade possa ser assumida como uma intenção mas duvidando de sua possibilidade. Seria interessante explicitar o que tem em mente com essa classificação.

Parabéns pela pesquisa!

 

 

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Mariana Kamada respondeu o tópico "Reflexões"

Publicação: SOBREVIVÊNCIA E EDUCAÇÃO: pesquisa bibliográfica sobre a temática da sobrevivência na escola

Olá, Tatiane!

Tudo bem?

O título chama bastante atenção!!! A educação não deveria ser somente sobreviver, não é mesmo?

Ao ler seu trabalho, pensei em muitas coisas. Deixo aqui algumas questões/reflexões?

  1. Por que Psicanálise? O que te chama atenção para pesquisar algo dentro da Psicanálise?
  2. Gostaria que você explicasse sobre a escolha do gráfico. Porque se a ideia é mostrar quais os temas mais abordados, talvez algo que demonstrasse de forma mais clara a ordem dos eixos temáticos fosse necessário. E, como foi a construção dos eixos temáticos? “Psicanálise e Educação” é algo mais amplo, e “mal-estar docente” algo mais específico.
  3. A Bibliografia está bem ampla, mas não foi abordada uma fundamentação teórica no trabalho. O próprio conceito de sobrevivência foi mostrado muito rapidamente.
  4. O vazio, o nada, também é uma resposta importante. Mas, no vídeo, como não havia voz, imagem, apenas o texto, ficou uma sensação também de um certo vazio...

Abraço, 

Mariana 

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AMANDA HEBLING DO AMARAL e outra pessoa responderam o tópico "Questões sobre o trabalho"

Publicação: A IMPLEMENTAÇÃO DO "PROJETO DE VIDA" COMO COMPONENTE CURRICULAR EM UMA ESCOLA PÚBLICA NO ESTADO DE SÃO PAULO

Parabenizo pela qualidade do trabalho e pertinência do tema, fundamental para se pensar a educação básica hoje.

Ressalto também a qualidade da reflexão inicial que articula as reformas educacionais do ensino básico brasileiro com o contexto do capitalismo contemporâneo.

Neste sentido, elenco algumas questões que podem auxiliar para o desenvolvimento futuro de pesquisas sobre esta temática:

- Na p. 3 escreve-se que “Para os reformadores, é a distância entre a escola e as demandas da vida social que produziriam os problemas de qualidade e o alto índice de evasão no Ensino Médio”. Como professor do ensino médio na rede estadual de São Paulo, vejo que este tema é muito presente no discurso de gestores e alunos e, em grande medida, justifica as reformas em execução. Mas faria uma provocação para suas pesquisas futuras: quais os reflexos da existência de um processo de deslegitimação e mesmo de ataque à escola - como espaço autônomo de construção de conhecimento e formação cidadã - no reforço e legitimação deste discurso pró-reformas? Haveria articulações entre as disposições empresariais que visam atribuir à escola o papel de formação de mão-de-obra adaptada às demandas do capitalismo contemporâneo e um movimento conservador que visa retirar da escola seu papel de reflexão cidadã? Ou ainda, como os discursos de setores empresariais e de um movimento conservador no âmbito moral articulam, sob diferentes prismas, a ideia de que haveria uma “distância entre a escola e as demandas da vida social” e, neste sentido, legitimam mudanças no modelo de ensino?

- Trabalha-se com as hipóteses que o “projeto de vida opera como centro de gravidade em torno do qual orbitam os diferentes agentes envolvidos nas reformas educacionais recentes” e de que “a relevância do projeto de vida estaria relacionada à sua capacidade de preparar os estudantes, por meio do desenvolvimento de habilidades socioemocionais, para atuarem em um mercado de trabalho cujas demandas e garantias legais de proteção estão em profunda transformação”. Me parece sim que o projeto de vida possui essa centralidade, mas somente quero destacar que estes eixos são transversais em todo o currículo do Novo Ensino Médio, sendo que questões como empreendedorismo e a lógica de preparação ao mercado de trabalho constituem-se como eixos que devem nortear a prática docente também nos itinerários formativos. Neste sentido, o projeto de vida pode ser visto também como um continuum, algo que não se encerra no próprio componente curricular.

- No que se refere à reflexão sobre a recepção dos professores ao componente projeto de vida e as condições para sua execução destaca-se no trabalho algo que me parece muito relevante, a saber, “a falta de preparação dos profissionais da educação para lidarem com os sonhos dos jovens, apontando para a falta de formação adequada para esse componente” (p. 3). Isso parece apontar para uma precarização nas formas de implementação do Novo Ensino Médio, realidade referente ao conjunto dos componentes do novo currículo (não só do PV), que estão ou serão implementados. Se vê uma espécie de confusão entre professores e entre professores e alunos sobre o papel deste componente curricular e, em última instância, da própria escola neste novo contexto. Entender as causas deste processo passa também por analisar as condições de implementação da reforma curricular, considerando metas governamentais propostas em São Paulo, tempos de realização das mudanças e o período histórico em que isso vem acontecendo (neste caso, no meio de uma pandemia sanitária). Passa também por refletir sobre a presença ou ausência de professores e da escola na formulação e execução destas mudanças.

- Na p. 5, referindo-se ao Novo Ensino Médio, cita-se a existência de “críticas e resistências a essas reformas educacionais desde o início de sua formulação”. Senti falta de saber um pouco mais sobre estas críticas e resistência. Penso que sejam fundamentais para articular uma reflexão sobre os caminhos, os conflitos e as disputas na implementação deste novo modelo de ensino.

- Por fim, gostaria de perguntar por que da escolha desta escola para realização do trabalho de campo? Chegou-se a considerar a possibilidade de pesquisa em escolas de outras regiões de Campinas? Afinal, como seria a realidade em escolas localizadas nas periferias da cidade? Faço estas indagações como um estímulo, pois considero enriquecedor quando a Unicamp supera os limites de Barão Geraldo.

Parabéns pelo trabalho. Reflexão muito importante e de muito boa qualidade.

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ALEXANDER LUCAS PEREIRA respondeu o tópico "Discussão dos resultados"

Publicação: Conflitos territoriais quilombolas como tema fundiário, sociocultural e de segurança pública: levantamento e sistematização de dados para o período 2016-2022 (Brasil)

Oi Alexander,

Muito interessante e importante a sua pesquisa!

Nota-se que você fez um trabalho de levantamento de dados bastante consistente. Os resultados da sua pesquisa são muito interessantes, e nesse sentido, levanto a seguinte questão: você conclui constatando um aumento da judicialização de conflitos envolvendo comunidades quilombolas. Você tem alguma hipótese sobre o por que, num momento de contrarreforma agrária, a judicialização de conflitos torna-se uma estratégia interessante para as comunidades quilombolas?

Seu texto me fez lembrar de algumas bibliografias, que não sei se você já conhece, mas fica aqui a indicação:
ROSA, Marcelo C.; PENNA, Camila; CARVALHO, Priscila D. Movimentos e estado como coletivos instáveis e heterogêneos: uma agenda teórico-metodológica a partir de três estudos de casos. Civitas-Revista de Ciências Sociais, v. 20, p. 499-512, 2021.

PENNA, Camila. Conexões e controvérsias no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) de Marabá: o Estado como um ator heterogêneo. Sociedade e Estado, v. 29, n. 1, p. 307-307, 2014.

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ANGÉLICA RENATA DA COSTA respondeu o tópico "Perguntas sobre o resumo"

Publicação: Material didático de Português para falantes de espanhol no contexto de internacionalização acadêmica

Oi, Angélica, tudo bem?


No resumo você menciona que analisará também a questão do “Panoptimo”, mas não consta. Poderia falar um pouco sobre como foi essa aula? 
Sou professora de português para hispanofalantes, realmente, a proposta do ensino baseada na comparação entre as línguas funciona muito bem tanto devido às semelhanças como para ressaltar os falsos cognatos. Fiquei com uma dúvida: todo o material didático utilizado em classe são produzidos pela professora que ministra o curso? Ou ela também faz uso de outros suportes, como livros didáticos? 

Adorei a pesquisa, espero que você possa dar prosseguimento a ela no futuro. Obrigada, Viviane