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Acompanhe as principais atualizações e discussões sobre os trabalhos publicados em PIBIC 2021!

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ANA PAULA AUGUSTO respondeu o tópico "Elogio e dúvida"

Publicação: DESAPARECIMENTO DE PESSOAS NA REGIÃO METROPOLITANA DE CAMPINAS: UM RECORTE DE GÊNERO E ESPAÇO

Olá, tudo bem?
Gostei muito da sua pesquisa, um tema muito relevante!!!

Gostei muito dos mapas que você trouxe e acho que por ter gostado tanto, senti falta de uma discussão mais aprofundada sobre eles.
Talvez uma discussão maior sobre o que diferencia essas regiões, por exemplo o que diferencia Americana de Campinas que pode estar influenciando para essa disparidade no número de pessoas desaparecidas...Outra coisa que senti falta foi uma abordagem sobre o gênero (que está no título) mas que nos resultados e discussão pouco aparece.

Uma pena que muitos municípios não colaboraram!
Espero que você continue estudando sobre o assunto! 

Obrigada e parabéns! 

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Michele Dias e outra pessoa responderam o tópico "Pesquisa essencial para compreender a política brasileira"

Publicação: Distinção Parlamentar – Os quatro estados do capital político

Olá Simone, tudo bem? Primeiro, gostaria de te parabenizar pela excelente pesquisa que você realizou. Tema essencial para compreender a nossa política e os representantes que estão nas Assembleias Legislativas. Eu particularmente fiquei chocada com os dados que você apresentou. Gostaria de saber algumas coisas sobre a sua pesquisa - qual o critério que você utilizou para selecionar estes Estados e porque o ano de 2014? Também fiquei me perguntando se você notou alguma região com porcentagem maior de participação feminina do que outro Estado. Por fim, gostaria de saber se você pretende expandir sua pesquisa - quais são os próximos passos? Fiquei me perguntando se você observou/ pretende observar mudanças nesses dados ao analisar diferentes gestões de governos. Parabéns, de novo, pela pesquisa que você executou - espero que você publique ela em alguma revista acadêmica, pois é um tema que merece ser debatido amplamente.

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Michele Dias e outra pessoa responderam o tópico "Excelente tema de pesquisa"

Publicação: Análises e discussões sobre o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST), firmado entre Brasil e Estados Unidos, nos respectivos governos de Jair Bolsonaro e Donald Trump, dentro da perspectiva Construtivista das Relações Internacionais

Olá Leonardo, tudo bem? Parabéns pelo seu tema de trabalho - acho que é uma ótima contribuição sobre os caminhos da política brasileira quanto as relações internacionais (que tem debatido frequentemente como o governo de Jair Bolsonaro tem conduzido estas relações) e mais especificamente das relações com os Estados Unidos com o governo D. Trump. Fiquei com algumas questões sobre o seu trabalho e apresentação: 1) Como que o construtivismo ajudou metodologicamente a analisar o AST? Você aponta que usa a metodologia, mas gostaria que você definisse melhor o uso dela para o seu tema 2) Gostaria de saber se você pretende expandir o tema para ver estas relações com o governo Biden. Parabéns pelo trabalho executado, é uma excelente contribuição para a área!

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Michele Dias e 2 outras pessoas responderam o tópico "Excelente contribuição à obra de Vilanova Artigas"

Publicação: Casas com rampas desenhadas por Vilanova Artigas nas décadas de 1970 e 80

Olá João, tudo bem? Parabéns pela pesquisa e apresentação - fica evidente o domínio que você tem pelo tema, explicando de maneira clara as questões que envolvem a sua pesquisa, premissas e análises. Gostaria de fazer uma observação e algumas questões. A primeira observação é um pequeno erro em um dado da biografia do Artigas, em que você aponta que ele é um arquiteto paulista, mas ele é paranaense (isso é apenas um detalhe, nada que desabone o que você apontou, apenas me chamou a atenção). Gostaria de te perguntar algumas coisas 1) Porque a escolha de residências projetadas entre 1970 e 1980? Você pretende fazer algum estudo comparativo entre a produção anterior do Artigas (até mesmo com as casas do próprio arquiteto) ou o uso das rampas em edifícios de habitação coletiva/ edifícios de uso coletivo? 2) A sua pesquisa sofreu alguma limitação (de fonte ou impossibilidade de fazer visita ao local)? 3) Você pretende expandir o tema de pesquisa? De novo, parabéns pela pesquisa que você desenvolveu!

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Michele Dias respondeu o tópico "Excelente pesquisa sobre a profissionalização do Política Externa"

Publicação: O INGRESSO NA CARREIRA DIPLOMÁTICA ENTRE 1996-2015: Da prova de "alta cultura" à racionalização do Estado em um novo projeto de Brasil

Olá Caique, tudo bem? Parabéns pela pesquisa que você desenvolve. Sou do Programa de Pós-graduação em História do IFCH/UNICAMP, mas seu tema me interessa, já que estudo algumas questões sobre relações internacionais. Gostaria de saber como você chegou neste tema de pesquisa e como foi desenvolvida a pesquisa em si. Achei a sua análise muito direta e com certeza Bordieu contribui muito para se pensar esse tipo de filtragem de candidatos a partir de temas que, a principio são considerados "herança cultural", mas podemos perguntar "de qual cultura?". Fiquei me perguntando se você pretende expandir a sua análise - fiquei muito intrigada em pensar como é o modelo de prova do Instituto Rio Branco no atual governo, dado as polêmicas que vemos sobre a diplomacia brasileira. Mais uma vez, parabéns pelo seu trabalho, é uma excelente contribuição tanto as questões sobre Relações Internacionais, quanto à política brasileira. 

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Ana Carolina Silva respondeu o tópico "Comentários"

Publicação: Racismo Estrutural e Desigualdade Econômica no Brasil : a contribuição pioneira de André Rebouças

Olá, venho parabenizar os autores pela pesquisa proposta. É de extrema relevância que possamos recuperar expressões alheias a norma racial e ao cânone na literatura de formação econômica e interpretações do Brasil, mesmo que tenhamos uma leitura crítica ou com ressalvas a esses autores.

Meus comentários são referentes ao conceito de racismo estrutural e a metodologia do trabalho. Venho pesquisando na temática há um tempo e o livro do Silvio de Almeida foi uma grata surpresa, pelo seu poder de síntese, sistematização e o alcance que deve ser notado. Dito isso, acredito que temos certa responsabilidade com algumas questões que emergem tanto prática, quanto metodologicamente. 

Primeiro, dado o racismo estrutural, a inclusão é tarefa suficiente a sua superação? Segundo, como se organizam as estruturas nas quais o racismo se emaranha para a perpetuação do status quo do opressor?

Creio que essas questões ajudam a orientar aspectos centrais do trabalho. São práticas pois, como o trabalho mesmo propõe, políticas de desenvolvimento podem ser insuficientes para a superação da desigualdade econômica justamente no que se refere ao aspecto racial. O que implica, por sua vez, a necessidade de apontar uma alternativa exequível (guardadas as devidas proporções, é claro, não digo que o trabalho deve desenhar um projeto de desenvolvimento capaz de erradicar o racismo, rs). Por outro lado, também são metodológicas pois sugerem compreender quais aspectos do conceito proposto podem ser identificados na contribuição original da obra de André Rebouças.

Adianto que me parece haver uma diferença essencial entre a sistematização do conceito pelo Silvio de Almeida e o que observou André Rebouças: o modo de propriedade. O interesse pela extinção do trabalho escravo para Rebouças é a condição primeira à inclusão dos ex-escravizados no sistema de classe não mais como propriedade de outrém. Isto quer dizer que para tê-los como trabalhadores assalariados, era necessário primeiro que eles não fossem propriedade de um senhor. Mas é condição das relações de produção do capitalismo que estes não possuam outro meio de subsistência que não a venda de seu próprio trabalho. Essa é a estrutura central a que se refere Silvio de Almeida. Se antes a escravidão racialmente dirigida escancarava a supremacia racial efetivada pela conquista e exploração das colônias, agora, a hierarquia racial é condição inseparável da dominação para a exploração do trabalho assalariado. A sociedade se divide em grupos de proprietários, isto é, os que possuem os meios de produção e os que possuem apenas sua própria força de trabalho. Neste sentido que o racismo se associa com as relações de produção, porque estas estão munidas também dele para levar a cabo a exploração do conjunto dos trabalhadores (Aníbal Quijano ajuda bastante em entender como o racismo se associa as relações de produção do capitalismo).

Esta relação Rebouças pareceu notar, ao perceber que a concentração de terra impactava na condição de trabalho do imigrante europeu, questão que se associava, portanto, diretamente a escravidão e ao status social subalterno do negro, impedido de ser proprietário de terra (quanto a essa questão, José de Souza Martins tem importante contribuição acerca do regime de colonato que empregou imigrantes nas fazendas de café e deu início ao processo de substituição racial da mão de obra no Brasil). No entanto, o pleno desenvolvimento da sociedade de classes não permitiria a posse da terra – e, em consequência, de meios para subsistência – de modo generalizado e muito mais numa sociedade que não poderia abolir o racismo junto com a escravidão. Isto aponta, em linhas gerais, que não há capitalismo sem racismo. Hoje, e ao longo do século XX, podemos ver que o homestead act, bem como a politica de 40 acres and a mule não foram capazes de constituir um capitalismo sem racismo nos EUA. De todo modo, essas perspectivas ajudam a caminhar em direção das particularidades do racismo brasileiro, visto que com a abolição, a substituição racial da mão de obra inaugurou as condições para que, em conjunto com a heterogeneidade produtiva, a desigualdade econômica tenha um recorte racial extremamente evidente. 

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Marcella Wiffler Stefanini respondeu o tópico "Perguntas e sugestões"

Publicação: O ELO DA DOMESTICAÇÃO DA VIOLÊNCIA NA LITERATURA E NO CINEMA: UMA LEITURA DE CIDADE DE DEUS

Oi, Ana Carolina. Em primeiro lugar, lhe parabenizo pelo trabalho, muito bem escrito e explanado, que traz uma temática de extrema relevância para as discussões sociais. Você desenvolve bem a discussão no texto e sua apresentação no vídeo foi muito coerente e organizada. Destaco apenas alguns pontos que acredito poderem ser melhorados no texto e algumas sugestões para produções futuras - porque sei que você tem um espaço limitado aqui no Congresso, tanto para a escrita (número de páginas) quanto para a fala (tempo). A maioria são sugestões, mas gostaria de saber um pouco mais: 

  1. Ao ler seu texto, fiquei um pouco confusa em relação ao que você entende como domesticação da violência. Entretanto, você deixa isso claro no vídeo. Minha sugestão seria, em produções acadêmicas futuras, começar esclarecendo esse conceito ao seu público, pois trata-se de um conceito muito importante para o seu trabalho, presente no próprio título.
  1. Acho que faltou, na discussão, desenvolver mais a ideia de violência como um entretenimento. Por que as pessoas gostam de obras violentas como Cidade de Deus? Você coloca isso como um dos objetivos logo no começo do texto, mas não há discussão em torno disso, você apenas retoma na conclusão, sem desenvolver muito.
  1. Chamo a atenção também para outro objetivo colocado no início do texto: “analisar de que forma essa domesticação da violência afeta a população”. Ao tratar do documentário (que é o material que lhe possibilita essa análise com a realidade da população), não fica claro como a violência afeta as pessoas ali retratadas. Você explora mais o determinismo como um fator que leva muitas delas a se envolverem com a criminalidade, mas não desenvolve o papel da violência (e da domesticação da violência) nisso. Nesse sentido, acredito que faltou estabelecer uma relação maior entre a domesticação da violência e o determinismo.
  1. Sobre isso, fiquei curiosa em saber por que você traz o determinismo como uma teoria chave para a sua discussão, mas menciona que se trata de uma corrente ultrapassada. Por que, apesar de ultrapassada, ainda é uma corrente válida para a sua análise?
  1. Na discussão, você menciona que as obras surpreendem no campo estético. Quais são as características estéticas, tanto da obra literária quanto da obra cinematográfica, que fazem surpreender? Sugiro desenvolver isso através de exemplos, tanto da narrativa literária quanto fílmica, em publicações futuras (sei que no texto enviado não há espaço para desenvolver tudo, por isso, fica como sugestão).
  1. Você acha que essas características estéticas influenciam na recepção das obras – ou seja, no fato de as pessoas se interessarem pela temática da violência e, com isso, a violência se tornar um entretenimento?

No mais, acredito que você apresenta suas análises de forma clara e, por trabalhar com vários materiais diferentes, conseguiu sintetizar bem em poucas páginas. Espero que você dê continuidade à pesquisa!

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BÁRBARA LUISA FERNANDES PIRES respondeu o tópico "Arquivo"

Publicação: Os papéis de Verena Stolcke: os primeiros anos da história do Departamento de Antropologia da Unicamp

Oi, Luísa. Parabéns pela pesquisa que você vem desenvolvendo junto ao arquivo de Verena Stolcke. Também achei muito interessante sua proposta de projeto para o mestrado, mais focada na questão da circulação internacional da autora. Desejo sorte e sucesso nessa nova etapa. No seu paper, você também menciona, a partir de uma entrevista da autora, como o gênero foi uma marca de sua trajetória, tanto do ponto de vista da inserção dela na história da antropologia, quanto na temática dos trabalhos que ela desenvolveu. O livro da Mariza, “Antropólogas e Antropologia”, que você certamente deve conhecer, acho que pode te ajudar, em um próximo paper ou trabalho, a desenvolver mais essa questão. Por último, fiquei interessada em saber como você e seu orientador vem pensando a catalogação do arquivo da Verena, particularmente, no desenvolvimento classificação dos documentos. O conjunto documental é composto majoritariamente por materiais  relativos a carreira profissional/institucional ou também possuí itens de relações sociais, vida doméstica e familiar? O livro “O Sabor do Arquivo”, da historiadora Arlette Farge, também tem passagens interessantes que podem te ajudar. Um abraço!

 

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ANDREY DA SILVA MORI e outra pessoa responderam o tópico "Pertinência e atualidade da pesquisa"

Publicação: Mapeamento e análise de leis orgânicas que regulamentam a educação domiciliar (homeschooling) no Brasil

Giulia, primeiramente parabéns pelo projeto! O tema é tão atual e espinhoso que pesquisá-lo, por si só, já mereceria o elogio; mas, para além disso, você o fez mostrando lucidez e tranquilidade no manejo do objeto e na apresentação dos resultados. Parabéns demais!!

Agora, duas perguntas:

1) Você vê alguma possibilidade de alinhamento do direito à educação com a educação domiciliar? Para fazê-lo não seria necessário negar o direito à educação enquanto um direito social e passar a entendê-lo enquanto um direito civil, individual?

2) Considerando o neoliberalismo enquanto um fundamento da educação domiciliar e a defesa do "direito de escolha" dos pais, a regulamentação da prática por parte do Estado não seria um aspecto não desejado por parte dos proponentes? Ou seria essa regulamentação o "preço a se pagar" pela "legalização" da prática?

Abraços!

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José Orlando Ferreira de Miranda Júnior respondeu o tópico "Relevância da Pesquisa"

Publicação: INGRESSO E PERMANÊNCIA DO PÚBLICO-ALVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNICAMP

Olá Beatriz, tudo bem? Gostaria de parabenizar pela pesquisa realizada sobre o ingresso e permanência do público-alvo da Educação Especial em Cursos de graduação da UNICAMP. Você traz dados nacionais e faz o recorte aos cursos da Unicamp e como tem sido articulada essas ações por dentro da própria universidade, apesar das dificuldades apresentadas pelo público-alvo, percebo que os dados de seu projeto podem nortear ações eficazes na UNICAMP a partir dos conselhos deliberativos da instituição. Gostaria de saber se a partir dos dados obtidos onde concentra-se (curso) maior demanda de estudantes da Educação Especial? Existe dados de abandono dos estudos nos cursos de graduação, por falta de acessibilidade, falta de recursos, professores sem a formação mínima e outro? Após sua pesquisa, como você percebe o ingresso e permanência desses estudantes na UNICAMP?

Parabéns pela pesquisa.

 

Cordialmente 

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BEATRIZ RODRIGUES DE ALMEIDA respondeu o tópico "Questionário e dados"

Publicação: INGRESSO E PERMANÊNCIA DO PÚBLICO-ALVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNICAMP

Olá Beatriz, 

parabéns pelo trabalho, particularmente pelo tema escolhido. Seu vídeo e texto estão muito claros e mostram que você realmente se apropriou do tema.

Fiquei bastante curiosa em saber um pouco mais sobre os questionários elaborados (principalmente para os estudantes) e também em ver os dados que foram produzidos, ou seja, ver de fato as respostas dos estudantes. Se todo o questionário foi com perguntas abertas, você poderia destacar algumas das respostas, na íntegra. Se foram questões com alternativas, poderia mostrar alguns gráficos, pois assim, suas considerações e discussões estariam melhor fundamentadas. 

Fico aguardando seu retorno. Obrigada.

Marília Souza

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SIDNEI DE OLIVEIRA JUNIOR respondeu o tópico "Influências em Pérgamo"

Publicação: Um Mosaico do Mundo Helenístico: uma análise de alteridade no reino de Pérgamo nos séculos III a. C. e II a. C.

Olá Sidnei, Tudo bem? Primeiramente de te parabenizar pelo trabalho e de dizer que gostei muito do seu trabalho. Achei bastante original e interessante focar o seu objeto de estudo em Pérgamo, em seu período Helenístico. Sou leigo no assunto, o que justifica minhas perguntas serem bastante vastas.

As minhas perguntas vão em direção de buscar entender as influências culturais, sociais, políticas e religiosas de outros povos com relação à Pérgamo. A região da Ásia menor é conhecida como uma região de fortes choques culturais durante a Antiguidade. Portanto, pergunto se houveram e quais foram os principais contatos culturais, políticos, sociais e religiosos que o Pérgamo enfrentou em seu período Helenístico? E como influenciaram suas práticas? Como essas influências alteraram as concepções do helenismo  em Pérgamo? Caso não tenham havidos muitas influências externas, como você justificaria a coesão interna de Pérgamo por 150 anos.

Em paralelo, pergunto se houveram outros reinos e Cidades-Estado do período que tinham as mesmas características de nutrir as práticas ervéticas e políticas externas comparadas à Pérgamo.

Parabéns pela pesquisa e pela tese brilhante! Abraços

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SIDNEI DE OLIVEIRA JUNIOR e 2 outras pessoas responderam o tópico "Possibilidades de abordagem do tema em sala de aula"

Publicação: Um Mosaico do Mundo Helenístico: uma análise de alteridade no reino de Pérgamo nos séculos III a. C. e II a. C.

Olá, Sidnei. Tudo bem? Parabéns pela sua pesquisa!

Ouvindo sua apresentação tive uma curiosidade que talvez tangencie o tema, principalmente porque não tenho intimidade o suficiente com História Antiga para traçar diálogos mais profundos. Você menciona brevemente que teve entre seus objetivos refletir sobre o impacto dos acervos na docência. Essa reflexão passou também por refletir sobre as possibilidades de abordagem do reino de Pérgamo em sala de aula? Você teria sugestões de "entradas" no tema para os futuros professores? 

Agradeço sua atenção. Abraço! 

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LUCAS RODRIGUES FLORINDO respondeu o tópico "Perguntas sobre o trabalho"

Publicação: Trajetória de formação profissional de treinadores de LOL (League of Legends) atuantes no CBLOL e CBLOL Academy

Boa tarde, Lucas, tudo bem?

Primeiramente, gostaria de parabenizá-lo pelo trabalho que apresentou em vídeo e via texto-resumo! O estudo se mostra atual e relevante frente às profissões emergentes que envolvem o esporte eletrônico. No que concerne ao que foi apresentado, tenho algumas perguntas, por gentileza:

(1) O que te levou a investigar este tema? Em outras palavras, como foi o processo decisório pelo objeto de pesquisa?

(2) Nos objetivos do seu trabalho, você cita: "Reconhecer as competências profissionais de treinadores de League of Legends no
alto nível da competição brasileira (...)". Pensando nas RTLs obtidas e entrevistas realizadas, você chegou a conseguir discriminar alguma dessas competências profissionais? A título de exemplo, quando falamos de conhecimentos profissionais docentes, temos o conhecimento da avaliação, o conhecimento do conteúdo, o conhecimento sobre os estudantes etc. E no contexto do seu trabalho, que competências você acredita ter observado?

(3) Você menciona no vídeo e texto que a profissionalização nas carreiras que envolvem esporte eletrônico ainda é recente e carece de discussão na literatura. Pensando nisso, você tem alguma perspectiva de continuidade da pesquisa? Se sim, o que você pensa em desenvolver mais adiante no seu projeto?

No mais, é isso. Parabéns novamente pelo trabalho!

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LUCAS RODRIGUES FLORINDO e outra pessoa responderam o tópico "Questionamentos"

Publicação: Trajetória de formação profissional de treinadores de LOL (League of Legends) atuantes no CBLOL e CBLOL Academy

Olá autores!

Primeiramente, parabéns pelo estudo, muito relevante e atual.

Segue abaixo alguns questionamentos:

1 - O estudo já foi realizado? Se sim, atente-se ao tempo verbal em todo o texto.

2 - De qual forma as entrevistas foram realizadas? Foram presenciais ou virtuais?

3 - 20 indivíduos foram convidados, no entanto, somente 4 foram considerados no estudo. Os demais não aceitaram participar? Isso foi justificado?

4 - Como bem citado, existe uma escassez de estudos relacionados aos esportes eletrônicos, acho muito importante relatar o pioneirismo do estudo na seção discussão, bem como, reafirmar o quanto é importante os achados.

Mais uma vez, parabéns pelo estudo.

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Hugo Goulart respondeu o tópico "Nova Geopolítica e ideologia da estabilidade"

Publicação: O Partido Comunista Chinês no Século XXI: Organização político-institucional, socioeconômico e legitimidade (2006-2016)

Parabéns pela pesquisa, temática fundamental nessa nova geopolítica que se desenha e avança. Seria um contexto próximo ao de uma "nova Guerra Fria", agora entre o bloco estadunidense e o bloco chinês? Com relação à ideologia, qual o papel do confucionismo na configuração de uma ideologia centralmente voltada ao valor da estabilidade, perante o contexto histórico de instabilidade política e violação da soberania nacional?  Recomendo uma entrevista recente de um professor da Uerj no canal do Marco Villa, e o livro da Rosana Pinheiro Machado sobre o país. Muito importante a análise dos planos quinquenais e de pesquisas de opinião, parabéns. Algo interessante, penso eu, para o futuro, é observar as tensões no campo da esquerda, no sentido de oposições à esquerda do partido.

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Lucas Nishida respondeu o tópico "Perguntas avaliador"

Publicação: Ativismo social em tempos de Covid-19. Uma abordagem exploratória. - Paraisópolis, o ativismo comunitário e o corre dos empreendimentos sociais

Bom dia, Gustavo, como vai? Eu sou Lucas, avaliador do seu trabalho. Primeiro gostaria de te parabenizar pela pesquisa, muito pertinente e atual. Os empreendimentos que você estuda são muito interessantes e merecem ter conhecimento produzido sobre eles. Conforme lia seu texto, elaborei três questões que gostaria de trazer para você.

  1. De que forma a ausência da atuação do Estado contribui para a formação de empreendimentos sociais e de ativismo comunitário em um contexto de pandemia? Por qual motivo (como você coloca) a mobilização comunitária foca mais em solidariedade aos moradores que em exigir direitos sociais das autoridades?
  2. Nos empreendimentos sociais que você descreve, parece haver uma predominância na atuação de mulheres. Por que? Como as questões de gênero se relacionam com o ativismo comunitário?
  3. Na seção da metodologia você indica que fez um recorte de matérias jornalísticas sobre os empreendimentos sociais que você estudou. Qual é o discurso dessas matérias sobre as organizações comunitárias? Qual a implicação dessa representação para sua pesquisa?
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PAULO HENRIQUE MORAES DE SOUZA respondeu o tópico "CEAGESP"

Publicação: Comercialização de produtos hortigranjeiros na CEAGESP: Análise da função do Entreposto Terminal São Paulo como centro de distribuição da produção local e regional

Olá, Paulo! Parabenizo pelo desenvolvimento da pesquisa. Vi que outra pessoa fez uma pergunta que eu também gostaria de fazer, mas o tópico está fechado... Penso que o papel de hub que o CEAGESP cumpre (em razão do enorme mercado consumidor da RMSP) ajuda a explicar essa questão. Este entendimento está correto? Além disso, você menciona os mapas, mas entendo que eles não foram disponibilizados em razão da limitação do número de páginas. Lamento, pois seria ótimo poder analisá-los também.