Bom dia, prezada Júlia e Gilberto.
Sou Davi de Codes, doutorando em Educação, na linha de Arte, Linguagem e Educação da Unicamp e fiquei imensamente contente em conhecer o trabalho de vocês, de lê-lo e conhecer um pouco mais sobre a relação entre fotografia, Umbanda e tradições familiares. O trabalho é muito rico e cheio de potencialidades, traz imagens muito emblemáticas sobre aquilo que reflete e aponta e tem sua metodologia bem definida. Apontei alguns poucos pontos de correção de norma e português que podem ser compartilhados por email, caso desejem ([email protected]), e que não oneram em nada a qualidade do trabalho. Senti falta da menção aos/às autores/as que são trazidos na lista de referência, mas não são citados no corpo do texto, e recomendo que o façam, para dar a ver aos seus leitores e leitoras quais são as leituras/estudos que melhor fundamentam aquilo que indicam ser as bases para noções como auto etnografia, memória, antropologia da imagens, etc. Isso localiza melhor o trabalho, fundamenta-o. Como dito, considero o trabalho excelente e cheio de novas e mais possibilidades. Gostaria de saber se há pretensões futuras para esta pesquisa, se haverá o uso ou confecção de novas fotografias a partir de sujeitos contemporâneos da Tenda, se vocês, como autores, pretender produzir imagens e como pretendem seguir relacionando narrativas e fotografias.
Sigo à disposição para novas conversas e ficaria muito contente de acompanhar os desdobramentos deste trabalho super rico e pertinente.
Abraço e meus parabéns!
Davi