Usual profile of methotrexate and folinic acid in a hematological ward of a pediatric and public hospital.

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  • Presentation type: Especialização/Aperfeiçoamento
  • Track:
  • Keywords: methotrexate; Leucovorin; Rescue therapy;
  • 1 Universidade Federal do Rio de Janeiro

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Abstract

INTRODUCTION AND OBJECTIVES: Methotrexate (MTX) is an antimetabolite, analogue and folate antagonist used in the treatment of malignant and non-malignant diseases that plays an important role in CNS prophylaxis, and has a different intensification strategy: Doses from 500 mg/m2 administered intravenously are defined as high-dose methotrexate (HDMTX) and are used to treat a variety of childhood neoplasms (ALL, osteosarcoma, lymphomas). MTX is considered an essential drug by the World Health Organization (WHO) because it is active against many types of cancer, and is one of the biggest successes in the pharmaceutical industry. However, the potential adverse events associated with MTX attract attention, as they represent the main cause of drug withdrawal. HDMTX therapy can cause significant toxicity, which leads to morbidity and mortality. Folate supplementation with folinic acid often mitigates the effects, reduces the incidence of hepatoxicity, hematological effects and gastrointestinal intolerance without impairing the effectiveness of MTX. The objective of this study is to present a profile of the use of patients using high dose methotrexate with their respective serum levels, together with the administration of folinic acid after infusion as a rescue therapy for children in a hematological ward of a public pediatric hospital in state of Rio de Janeiro. MATERIAL AND METHODS: This is an observational, cross-sectional and retrospective study, carried out in Chemotherapy Pharmacy of the Martagão Gesteira Childcare and Pediatrics Institute. The doses and serum levels of methotrexate and folinic acid were collected from the pharmacotherapeutic plans of patients admitted to the hematological ward from January to August/2020. The results were quantified and classified by pharmaceutical companies in the sector. The patients were separated by sex, age group and dose.RESULTS AND CONCLUSION: Seventeen children used the therapy during this period. Of the total, 65 % were boys and 35%, girls.The main diagnosis involved were LLA (76%) and the most common MTX dosages were between 4-5 g (24%) and 6-7 g (15%). In rescue therapy, Leucovorin was used at 8-28 mg average dosages. Extra doses were recorded outside the protocol. However, all match with data recommended in the therapeutic plans. This study reiterates the importance of the clinical pharmacist, in the collection, interpretation and interventions related to pharmacological therapy.

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Author

Ana Luísa Melo de Oliveira

Olá, boa tarde!  A intenção do trabalho é avaliar a conduta baseado no protocolo ativo no IPPMG/UFRJ. Desta forma, no próprio protocolo, inclui a função renal e nivel sérico de metotrexato, como parâmetros para assim, determinar uma conduta.  CNS é Sistema Nervoso Central (SNC).  Estou a disposição.  Muito obrigada!

Sara Santos Bernardes

Obrigada pela resposta Ana. Frente a isso, vocês concluiram que a conduta frente ao níveis aumentados de MTX foi adequada para a maioria dos casos?
Author

Ana Luísa Melo de Oliveira

Olá, boa tarde! As doses de MTX variam de acordo com a superfície corpórea do paciente, ou seja, ao longo do tratamento os pacientes podem ganhar ou perder peso, dessa forma variando a superfície corpórea, consequentemente alterando a dose tanto do mtx quanto do ácido folínico. Como sao protocolos quimioterápicos, então, o tratamento possui vários blocos com alta dose de metotrexato, variando de acordo com o diagnóstico do paciente.    Em relação aos gráficos, avaliamos da seguinte forma: Analisamos a dose de metotrexato administrada ao paciente, o nível sérico de mtx em todas as horas padrões do protocolo, os níveis séricos dentro ou fora do esperado, de acordo com os protocolos. Nos casos de níveis séricos fora do recomendado, avaliamos a função renal do paciente, desta forma, recolhemos a creatinina sérica até o momento final de excreção do mtx, onde os níveis séricos ficam indectáveis e o resgate prescrito com ácido folínico (se estava de acordo ou não com o nivel serico apresentado e peso do paciente).  Como mencionado no vídeo, foram obtidos na hora 36 um único nível sérico de mtx no valor de 14,66, portanto, considerado nivel tóxico segundo o protocolo interno do IPPMG. Na 42, também houve um único nível sérico acima do tolerado. Sendo estes 2 níveis tóxicos, de pacientes diferentes.    Quanto a última pergunta, o nível sérico de MTX varia de acordo com a metabolização do paciente, sendo portanto um fator intrínseco e individual. Porém, como mencionado no trabalho, há manejos protocolados a fim de evitar esta possível nefrotoxicidade. Sendo então, a alcalinozação da urina e hiperhidratacão até os níveis séricos de mtx ficarem indectáveis. Desta forma, evitando insuficiência renal aguda. Acredito que com a conduta correta, pode sim ser evitado, níveis como mencionados neste trabalho.