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Determinação da atividade antioxidante através da eletroquímica do extrato de Anacardium Occidentale

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Na literatura, diversas metodologias têm sido utilizadas para a avaliação da capacidade antioxidante de extratos vegetais. Um dos métodos mais utilizados é o espectrofotométrico baseado na inibição do radical estável DPPH (2,2-difenil-1- picrilhidrazila) [1]. Embora se disponha de alguns métodos bem estabelecidos, tem sido proposto na literatura o uso de métodos eletroanalíticos baseados na voltametria como ferramenta simples e rápida para avaliar a capacidade antioxidante total de diferentes amostras [2]. A casca do caule do A. occidentale tem indicações terapêuticas como, anti-inflamatório, antioxidante etc. Neste contexto, investigou-se o uso da voltametria para avaliar a capacidade antioxidante do extrato da entrecasca da A. occidentale. Os experimentos voltamétricos foram realizados utilizando Potenciostato Autolab PGSTAT 20, utilizando eletrodo de trabalho de carbono vítreo, eletrodo de referência de Ag/AgCl/KCl 3,0 mol.L-1 e contra eletrodo de Pt. O eletrólito suporte foi uma solução tampão de pH 7,4. Na Figura 1 são apresentados os voltamogramas obtidos para a fase acetato de etila da A. occidentale em tampão pH 7,4. Em solução tampão pH 7,4 estes picos aparecem deslocados para potenciais mais positivos. Este deslocamento é previsto pela equação de Nernst para a oxidação de antioxidantes fenólicos e não significa mudança na força antioxidante em função do pH[3].Os picos observados podem estar relacionados a espécies antioxidantes como catequinas, flavonóis etc [4].