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Avaliação anticorrosiva do extrato etanólico das folhas Eucalyptus globulus Labill

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No Brasil, a espécie Eucalyptus globulus Labill é conhecida principalmente como eucalipto, eucalyptus, eucalipto-comum e eucalipto-limão; é uma espécie nativa da Austrália e Tasmânia, mas adapta-se bem em regiões tropicais e subtropicais¹. Este trabalho objetiva traçar um perfil anticorrosivo do extrato etanólico das folhas dessa espécie, as quais foram coletadas no agreste de Alagoas, na cidade de Arapiraca. O extrato etanólico bruto foi obtido por maceração em etanol seguido de rota evaporação.Testes eletroquímicos, OCP (Open Circuit Potencial) e curvas de Tafel, foram realizados num Potenciostato Autolab PGSTAT 302N, através de um sistema de três eletrodos. Fio de prata e de platina, com formato espiralado, foram usados como eletrodo de referência (pseudoreferência) e contra eletrodo, respectivamente, ambos fixados na tampa da cela. Já o eletrodo de trabalho foi confeccionado de aço carbono 1020, da Gerdau. Para o isolamento da superfície, este eletrodo foi pintado com tinta impermeável para automóveis em toda sua extensão. Em seguida, o mesmo foi isolado com fita elétrica de alta tensão e auto fusão, apresentando uma área expostade 0,302 cm2. Os testes foram realizados em dois meios distintos: salino (10000 ppm de NaCl) e básico (solução saturada de Ca(OH)2). Os ensaios continham 0 (controle), 0,01, 0,02, 0,03 e 0,04 % do extrato etanólico. Os resultados obtidos nestes testes estão apresentados na Figura1. Os resultados mostram boa atuação do extrato etanólico em meio salino, contudo, em meio básico o extrato, nas condições trabalhadas, não apresentou boa eficiência. O OCP no meio salino sofre um deslocamento positivo (para regiões mais anódicas), de -0,58 para -0,46 V,o que corrobora como aumento de Enas curvas de Tafel(de -0,65 para -0,48 V).