A tabela periódica a partir dos elementos que compõem uma pilha e suas consequências para o meio ambiente
Pilhas e baterias são constituídas de substâncias químicas e cada substância é formada por elementos que estão dispostos na tabela periódica de acordo com seu número atômico e de massa. A abordagem foi realizada de maneira a demonstrar ao aluno que os elementos dos compostos da pilha e bateria - desde os metais pesados Cadmio, Chumbo, Mercúrio que ao serem absorvidos pelos organismos são de difícil eliminação e de elementos como o Zinco, Carbono em forma de Grafite, Mn, K, Ni, Li, todos esses elementos podem ser estudados em relação a sua localização dos grupos e períodos, números de valência, suas características químicas, aspectos físicos, aplicabilidade na indústria e ao mesmo tempo fez-se uma abordagem dos perigos que esses elementos apresentam para o homem quando pilhas ou baterias são descartados de modo indevido no ambiente, não respeitando as normas da Política Nacional dos Resíduos Sólido, CONAMA na Resolução Nº 257, de 30 de junho de 1999 em seu Art. 1 diz que pilhas e baterias após seu esgotamento energético devem ser entregues aos estabelecimentos que as comercializaram para o repasse aos fabricantes para que estes sim, adotem procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final ambientalmente adequada. Além disso, projetos como esse é importante porque faz parte de um dos componentes curriculares, onde oportuniza aos estudantes o processo e prática de investigação. Juntamente com essa ideia foi proporcionado aos alunos um conhecimento da Lei existente no Brasil formas de se tratar pilhas e baterias, debates sobre a aplicabilidade da Lei, do que e realmente realizado do âmbito dos comerciantes e indústrias fabricantes e ao mesmo tempo fazer com que os alunos além de compreender as características químicas dos elementos também conseguiram ter uma maior dimensão dos prejuízos causados ao solo por conta do descarte das pilhas e baterias em lugares indevidos e de conhecerem as leis existentes mas que não são aplicadas. Abordar de maneira contextualizada e prazerosa a tabela periódica, bem como sua relevância social e mostrando aos alunos que a Tabela Periódica está longe de ser apenas uma prática de “decorar” os elementos um assunto que ainda se ensino de maneira conteudista e muito presente em sala de aula.