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Gloria Maria Castañeda-Valencia respondeu o tópico "Efeitos de Solventes"

Publicação: Quantum Chemistry study of the Pt(II,IV) complexes structures with anticancer activity

Olá Glória.

Parabéns pelo trabalho.

Por gentileza, vocês investigaram os efeitos de solventes. Eles são importantes na descrição de parâmetros em meio biológico.

Há uma iniciativa para a parametrização de compostos de coordenação pelo grupo do Prof. Hélio F. dos Santos. da Universidade Federal de Juiz de Fora, de uma olhada no artigo:

Yesylevskyy, S., Cardey, B., Kraszewski, S. et al. Empirical force field for cisplatin based on quantum dynamics data: case study of new parameterization scheme for coordination compounds." J Mol Model 21, 268 (2015). https://doi.org/10.1007/s00894-015-2812-0

Muito obrigado.

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Diane de Oliveira Santos e 2 outras pessoas responderam o tópico "Metodologia e transições eletrônicas"

Publicação: Estudo das propriedades eletrônicas e dos espectros de UV-VIS dos complexos de rutênio-areno

Olá Diane, trabalho muito legal! Tenho algumas dúvidas e sugestões. 1) Por que você combinou duas famílias de bases distintas, as bases de Pople e Karlsruhe? 2) Sugiro realizar um estudo de reatividade utilizando alguma reação modelo ao invés de utilizar o gap homo-lumo, já que o mesmo não descreve adequadamente a estabilidade e nem a reatividade. 3) Como a energia e as intensidades de transição se comparam com os resultados experimentais? 4) Para as transições que envolvem os orbitais do "Ru", você pretende fazer um benchmark utilizando métodos MCSCF? Acho importante checar se o TDDFT descreve bem as transições d-d e MLCT.

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Mariana da Silva Gomes respondeu o tópico "Mecanismo e cálculos"

Publicação: Relativistic Computational Study of Aquation Reaction of Cisplatin

Oi, Mariana! Excelente apresentação e muito interessante seu trabalho!

Por que vocês decidiram avaliar o caminho de reação concertado (SN2) para entrada da água e saída do cloreto? Esse é o mecanismo esperado para reações da cisplatina e corresponde aos valores experimentais que você usou como referência na comparação dos métodos avaliados? Há outras possibilidades mecanísticas SN1 (que começa pela etapa associativa do cloreto ou dissociativa da água), mas não sei se são razoáveis para reações com Pt.

Outra dúvida: todas essas funções de base avaliadas já estão disponíveis no ORCA ou vocês tiveram de fazer alguma adaptação?

 

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JOYCE HELENA CUNHA E SILVA respondeu o tópico "Sobre a metodologia"

Publicação: COMPUTATIONAL STUDY OF Pt-195 NMR CHEMICAL SHIFT IN Pt(II) COMPLEXES WITH ANTITUMORAL POTENTIAL

Oi Joyce

 

Parabéns pelo seu trabalho!! Pelo número de complexos estudados (103) é possível saber que foi um trabalho muito árduo.

 

Eu tenho algumas curiosidades e gostaria, por favor, que você fizesse alguns esclarecimentos:

1) Você otimiza as geometrias com um funcional/função de base (sem efeito relativístico) e depois calcula o deslocamento químico usando um outro funcional (e com efeito relativístico incluso). Esta metodologia foi testada (comparando resultados calculados com resultados experimentais) para quantos complexos de Pt(II)?

2) Quando você diz que a metodologia 3 é mais eficiente porque retira a necessidade de se calcular o deslocamento para o composto padrão de Pt, isto também não tira a possibilidade de corrigir-se erros computacionais que se anulariam? Ou seja, nenhuma metodologia é à prova de falhas mas, quando você aplica a metodologia para o padrão e para o composto estudado, estes erros poderiam cancelar-se. Na metodologia 3, não há esta possibilidade.

Obrigado por sua atenção

Eduardo

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Henrique Euclides respondeu o tópico "Sobre a metodologia"

Publicação: Study of the halon C2BrClF4 , reaction rate and properties

Oi Henrique

 

Parabéns pelo seu trabalho!

Eu tenho algumas dúvidas e curiosidades sobre ele e gostaria, por favor, que você pudesse esclarecer-me:

1) Quando você compara as energias entre V1, V2 e V3, você encontrou que V3 é o mais estável. Isto não é curioso porque neste composto, diferentemente de V1 e V2, há dois átomos maiores (Br e Cl) que substituíram os átomos de F. Isto não é estranho?

2) Há alguma explicação para que a energia de ativação de V2 (na reação com H2) seja menor que as demais? Se comparada com V3 é compreensível porque há dois substituintes grandes, o que deve causar um impedimento estéreo grande mas, a diferença com V1 é pequena. Eu diria que V1 e V2 são razoavelmente similares.

3) Na sua publicação de 2017, você diz que o APUAMA é um software livre. Por favor, onde e qual é o procedimento para se conseguir uma cópia dele? Eu tenho um trabalho de catálise e gostaria de testa-lo.

 

Obrigado por sua atenção

 

Eduardo

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Thais Sales respondeu o tópico "Sugestão"

Publicação: Computational design of synthetic receptors for drug detection: interaction between molecularly imprinted polymers and MDMA (3,4-methylenedioxymethamphetamine)

Primeiramente, parabéns pelo trabalho! Dado que vocês estão fazendo o design dos receptores artificiais, será que não seria bom, também, calcular a energia livre (\Delta G) de formação do complexo receptor-MDMA? Eu entendo que (1) o tamanho dos oligômeros pode ser um gargalo e (2) a energia de interação contém informação relevante a respeito da interação entre o receptor e o ligante, mas dado que os receptores podem se comportar de maneiras distintas no solvente (água, eu presumo), não seria importante também calcular uma quantidade mais diretamente relacionada a constante de equilíbrio?

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Kalil Bernardino e outra pessoa responderam o tópico "Correlação entre DFT e modelos "clássicos" e possíveis efeitos de solventes"

Publicação: Em busca de nanoestruturas estáveis de fluoreto de lítio

Boa tarde Henrique, parabéns pelo trabalho!

Uma curiosidade: Na geração dos clusteres, foi calculada inicialmente a energia usando o potencial de Coulomb-Born-Mayer, que é um potencial parametrizado. O quão bem os resultados obtidos posteriormente com DFT se correlacionam com as energias resultantes desse primeiro cálculo? Penso que isso pode ser interessante tanto para indicar a presença ou não de possíveis efeitos de estrutura eletrônica nas nanoestruturas como avaliar a viabilidade de modelos clássicos no estudo desse sistema.

A outra sugestão é que deve ser interessante avaliar possíveis efeitos de solvente, já pensando num possível processo de síntese desses nanopartículas. Dado ao fato de ser iônico, imagino que as estabilidades de diferentes estruturas possa mudar em um solvente de alta constante dielétrica.

Grato,

Kalil

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Murillo Halo Queiroz respondeu o tópico "Transferência de carga"

Publicação: Interações do dímero de água com naftaleno: Implicações da microssolvatação nos espectros vibracionais e na cinética de reorientação intermolecular

Caro Murilo,

     Primeiramente, parabéns pelo trabalho! Na formação de h-bond do tipo: X-H---Y ocorre transferência de carga e Y para o oscilador X-H o que leva a um red shif na frequencia e um aumento da intensidade do oscilador X-H. Essa carga transferida pode se facilmente quantificada pelo somatório da cargas atômicas (por exemplo APT) num nos monômeros no complexo de hidrogênio. Você observou efeitos significativos de transferência de caga nos seus sistemas? Segue uma referência que pode lhe interessar Araujo, R.C.M.U. et al. Spectrochimica Acta, Vol. 51A, No. 5, pp. 821-830, 1995.

Abraço para ti e para Rivelino. Bosco

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Leonardo Viana das Chagas Lima respondeu o tópico "Rescoring de poses de docking melhoram a capacidade preditiva"

Publicação: Dock2ONIOM: Utilitário Python para Rescoring de Poses de Docking Molecular pelo Método ONIOM

Boa noite Léo! Trabalhado extremamente relevante.

Tenho uma dúvida sobre o reescoring para melhorar a capacidade preditiva.

No docking molecular, normalmente, o reescoring é usado em protocolos de consenso. Ou seja, utilizamos uma função para a busca e ranqueamento das melhores poses (conformações do ligante) e, na sequencia, usamos outra função para fazer o re-ranqueamento. Então, comparamos a melhor pose obtida com a primeira função de pontuação com a segunda. Nesse caso, duas coisas podem ocorrer: (1) As duas funções acusam a mesma pose como a melhor; (2) A segunda função atribui melhor pontuação a uma pose diferente da primeira. Nesse último caso, utilizamos a pose com melhor pontuação apontada no re-ranqueamento.

Essa é uma forma de eliminar falsos positivos. Então, como se dá essa verificação no programa que está trabalhando?

Desde já agradeço.

Maurício Brito

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Frederico Henrique do Carmo Ferreira respondeu o tópico "Congratulações e dúvidas"

Publicação: Proposition of Cr3+, Mn2+, Fe2+, Co2+, Ni2+, Cu2+, Zn2+ complex structures with glycine: A structural and electronic approach

Olá, Frederico! 

Gostaria de te parabenizar pela apresentação! Esse modelo é bem diferente, trás vários elementos que lembram uma apresentação mais voltada pra Divulgação, então deixa o assunto mais leve e interessante! Ainda mais pra um congresso grande, com pessoas de várias áreas. Fora sua dicção, que é incrível! Meus parabéns!

Eu fiquei com uma dúvida: quais seriam as etapas seguintes do trabalho? Vocês têm algum objetivo específico ao estudar esses complexos com metais, ou seria mais uma caracterização in silico?