Para citar este trabalho use um dos padrões abaixo:
Este artigo analisa como O Pasquim, um dos principais expoentes da imprensa alternativa durante a ditadura civil-militar brasileira, destacando-se pelo tom irreverente por meio do uso do humor e sua crítica política mordaz, reproduziu simbolismos misóginos e perpetuou representações de gênero alinhadas ao machismo estrutural da sociedade brasileira, ainda presentes na contemporaneidade. A partir da análise de seis ilustrações (charges e tirinhas), o estudo evidencia como o humor foi utilizado não apenas como crítica política, mas também como instrumento de reprodução de discursos patriarcais violentos. A abordagem teórico-metodológica fundamenta-se nos estudos de gênero (Muniz, 2010; Rocha-Coutinho, 1994; Zanello, 2022), análise crítica da mídia (Braga, 1991), com destaque para os conceitos de representação (Barros, 2004), imaginário (Jodelet, 2001) e verdade/poder (Foucault, 1979).
Com ~200 mil publicações revisadas por pesquisadores do mundo todo, o Galoá impulsiona cientistas na descoberta de pesquisas de ponta por meio de nossa plataforma indexada.
Confira nossos produtos e como podemos ajudá-lo a dar mais alcance para sua pesquisa:
Esse proceedings é identificado por um DOI , para usar em citações ou referências bibliográficas. Atenção: este não é um DOI para o jornal e, como tal, não pode ser usado em Lattes para identificar um trabalho específico.
Verifique o link "Como citar" na página do trabalho, para ver como citar corretamente o artigo