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Este artigo examina a incorporação de conteúdos sintéticos (synthetic media) gerados por Inteligência Artificial Generativa em dois grandes telejornais diários brasileiros e um programa semanal de grupos de mídia concorrentes (Jornal Nacional, da Rede Globo, e o Jornal da Band, do Grupo Band). Parte-se da evolução dos grandes modelos de linguagem natural até a popularização dos chats de conversação, período em que iniciam os debates sobre conceitos de Jornalismo Computacional, do Jornalismo Automatizado e, mais recentemente, dos Estudos sobre Mídia Sintética e Deepfakes no webjornalismo e telejornalismo. Sob o método da Prospectiva Estratégica e Estudo de Caso, discute-se a natureza, a relevância e a qualidade informativa de peças sintéticas e os riscos para a credibilidade da notícia. Propõe-se uma Matriz de Qualidade Informativa e grau/modo de uso e novas formas de sinalizar conteúdo sintético.
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