Entre a imprensa alternativa e as plataformas digitais: Rogéria e Roberta Close em disputa por visibilidade, memória e representação

Vol. 23, 2025 - 346411
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Resumo

O artigo analisa o papel da imprensa alternativa LGBTQIAPN+ brasileira, especialmente durante a ditadura militar, na construção de visibilidade, discursos e memória sobre dissidências sexuais e de gênero. A partir de Rogéria, no Lampião da Esquina, e Roberta Close, no Chanacomchana, o estudo articula a perspectiva decolonial e a Cartografia Sentimental, de Suely Rolnik, a conceitos de midiatização e plataformização. Com base em materiais históricos e em notícias de 2025 e 2026, compara-se a imprensa impressa e o ambiente digital, destacando mudanças na produção de visibilidade. Observa-se que a passagem às plataformas digitais transformou o regime de visibilidade: as plataformas ampliam a circulação, mas também submetem as narrativas às lógicas algorítmicas. Rogéria e Roberta Close são compreendidas como “corpos-arquivo”, cujas imagens atravessam diferentes épocas e disputam os significados das corporalidades trans.

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Instituições
  • 1 Universidade Estadual de Londrina
Área de Avaliação
  • Renami - Midiatização e narrativas
Palavras-chave
imprensa alternativa
Rogéria
Roberta Close
midiatização e plataformização
memória LGBTQIAPN+