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Apresentação/Introdução
O entendimento do absenteísmo e dos seus determinantes é fundamental para elaboração de políticas e ações voltadas para educação e prevenção de acidentes e de doenças associadas ao trabalho.


Objetivos
o objetivo dessa revisão sistemática é determinar a prevalência do absenteísmo em funcionários do Sistema Único de Saúde no Brasil, além de elucidar os profissionais mais afetados, as causas mais comuns e taxas médias de absenteísmo.


Metodologia
Revisão sistemática, com literatura científica consultada nos bancos de dados da Web of Science, WHOLIS, OPAS, Scopus, Scielo e Pubmed/Medline. Para seleção dos estudos, foi considerada a avaliação da qualidade dos estudos.


Resultados
A frequência do absenteísmo nas instituições foi variável entre os estudos, variando entre 1,88 e 2,88 notificações/trabalhador/ano, ou entre 8,5% e 74,29% das amostras, em valores relativos. Os profissionais de enfermagem foram aqueles em que se observaram maiores frequências, e as causas mais comuns foram distúrbios músculo-esqueléticos. Medidas de tempo médio de ausência também apresentaram variações (entre 1,73 e 39,91 dias/notificação).


Conclusões/Considerações
Percebeu-se, entre os estudos, que o absenteísmo apresentou prevalência variável, e foi possível identificar que tal condição gera não só transtornos relacionados diretamente ao empregado e ao empregador, como também implica sobrecarga de trabalho para os demais profissionais, além de ser comprometida a qualidade do serviço fornecido pelo Sistema Único de Saúde.