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Grande número de pacientes com condições de ortostatismo e deambulação permanecem no leito durante internação em unidades de terapia intensiva. O objetivo deste trabalho é apresentar um ciclo de PDSA (Plan-Do-Study-Action) para melhoria dos indicadores em uma UTI Neurológica.Através da identificação do problema "Número reduzido de pacientes que são submetidos a deambulação e ortostatismo?, aplicou-se a metodologia do Ishikawa entre a equipe multiprofissional. A partir daí, aplicado uma matriz GUT e os respectivos planos de ação.Na avaliação do Ishikawa, observou-se, dentre os problemas causadores: falta de iniciativa e comprometimento do fisioterapeuta, falta de conhecimento da equipe à possibilidade de mobilização, insegurança do paciente, espaço físico insuficiente, falta de colaboração de médicos e enfermeiros. A partir de então, aplicada a Matriz GUT, onde identificou-se a falta de um protocolo de mobilização e a falta de proatividade do fisioterapeuta como os principais limitantes. Os planos de ação estabelecidos através desses problemas identificados foram: padronização de práticas que auxiliem a deambulação e ortostatismo, definição de critérios de inclusão para o protocolo, apresentação de protocolo de mobilização à equipe multiprofissional, capacitação da equipe de fisioterapia e início do monitoramento mensal de adesão ao protocolo.Conclusão: A utilização de ferramentas de qualidade nos permite identificar os problemas assistenciais e estabelecer estratégias que garantam melhorias de qualidade assistencial.