Estrutura e caracterização de manguezais na estação ecológica de Maracá-Jipioca, Amapá

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Resumo

Este estudo trata sobre a questão ecológica dos manguezais na Amazônia brasileira e a importância da sistematização de dados para fundamentar a elaboração de políticas de conservação. O objetivo deste estudo foi analisar a estrutura horizontal das florestas de mangue na Estação Ecológica de Maracá-Jipioca, por meio de parâmetros fitossociológicos e da distribuição diamétrica das espécies. Foram amostradas 21 parcelas permanentes, totalizando 1,433 hectares, considerando indivíduos lenhosos com circunferência mínima de 15 cm. Foram avaliados parâmetros como densidade, frequência, dominância e Índice de Valor de Importância (IVI), cujos resultados indicaram a predominância de Rhizophora mangle em densidade e de Avicennia germinans em dominância ecológica, enquanto Laguncularia racemosa apresentou baixa representatividade. Conclui-se que a área de mangue estudada possui elevada estabilidade estrutural e bom estado de conservação, que favorece a biodiversidade, a proteção de ecossistemas costeiros e o sequestro de carbono. Isso reforça a relevância da estrutura como área de monitoramento ambiental.

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Instituições
  • 1 Universidade Federal do Amapá
  • 2 Universidade do Estado do Amapá
Eixo Temático
  • Manejo Florestal
Palavras-chave
Ecossistemas costeiros
Amazônia
Conservação ambiental