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Este artigo analisa como Adelmo Genro Filho se apropria da categoria de alienação — e de sua concreção e especificidade, no capitalismo, como reificação — para fundamentar, em O Segredo da Pirâmide (2012), sua teoria marxista do jornalismo. Examino os capítulos em que o autor articula essa categoria ao jornalismo enquanto forma social de conhecimento. Concluo que ele a emprega como base teórica de sua hipótese, como instrumento de crítica epistemológica ao funcionalismo e que recorre à dimensão do fetichismo da mercadoria como pressuposto para o desenvolvimento de seu pensamento filosófico — aspecto que, contudo, deixa lacunas para se pensar o jornalismo a partir da crítica da economia política em pesquisas futuras.
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